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Aliado critica “perseguição” e chama prisão de Bolsonaro de injusta ao completar 100 dias de domiciliar
Aliado critica “perseguição” e chama prisão de Bolsonaro de injusta ao completar 100 dias de domiciliar
Hélio Lopes afirma que ex-presidente é vítima de “suprema covardia” e cobra anistia ampla para presos do 8 de Janeiro
Por: Redação
13/11/2025 às 16:38

Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados
A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completou 100 dias nesta semana. Desde 4 de agosto, Bolsonaro permanece detido em sua casa em Brasília por ordem do ministro Alexandre de Moraes (STF). Para aliados, a medida é política, desproporcional e parte de um cenário que classificam como perseguição ao campo conservador.
Em entrevista ao site Pleno News, o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), amigo próximo do ex-presidente, voltou a criticar o que considera uma “injustiça”.
“É um irmão sendo preso injustamente. Estamos aí com 101 dias de uma prisão injusta, uma suprema covardia, uma suprema perseguição.”
Oração diária por Bolsonaro e presos do 8/1
Lopes afirmou que participa diariamente de orações pelo ex-presidente e pelos detidos do 8 de Janeiro, ao lado do senador Magno Malta, que idealizou o movimento espiritual.
“Estamos há 100 dias orando pela libertação do Bolsonaro e de todos os envolvidos do 8 de janeiro, porque não tem amparo, não tem lei.”
Críticas ao STF e acusações de desumanidade
O parlamentar criticou decisões do Supremo Tribunal Federal, afirmando que as prisões relacionadas ao 8 de Janeiro têm caráter político e não seguem critérios básicos de humanidade.
“É uma perseguição, uma tremenda injustiça. Já que a justiça dos homens não está funcionando, estamos pedindo a justiça de Deus.”
Lopes também disse que o episódio serviu para revelar quem realmente apoia Bolsonaro e quem apenas se aproximou por conveniência eleitoral.
“As máscaras estão caindo. Tinha muita gente que só era Bolsonaro na época da eleição.”
Defesa de Eduardo Bolsonaro e críticas a medidas restritivas
O deputado também mencionou o caso de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos com a família e, segundo Hélio Lopes, também enfrenta perseguição injusta.
“Ele não cometeu erro nenhum. Queriam prender ele aqui. Ele está com crianças lá e não pode falar com o Bolsonaro. Falam em democracia, mas tomam atitudes autoritárias.”
A fala de Hélio Lopes reforça o sentimento entre aliados do ex-presidente de que a prisão domiciliar e o tratamento dado aos réus do 8 de Janeiro extrapolam limites legais e configuram uma escalada repressiva do sistema judicial contra a direita.
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