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Aliado de Trump critica Lula por artigo em defesa de Maduro no New York Times

Aliado de Trump critica Lula por artigo em defesa de Maduro no New York Times

Jason Miller reage a texto do presidente brasileiro, classifica posição como “patética” e associa crítica à prisão de Jair Bolsonaro e à aproximação do Brasil com a China

Por: Redação

19/01/2026 às 14:30

Imagem de Aliado de Trump critica Lula por artigo em defesa de Maduro no New York Times

Foto: Reprodução/YouTube

O ex-estrategista do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, Jason Miller, criticou publicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a publicação de um artigo no The New York Times em que Lula classificou como “lamentável” a operação norte-americana que resultou na captura do ex-ditador Nicolás Maduro, em Venezuela.

Em postagem nas redes sociais, Miller disse que Lula deveria “ficar de fora” do debate e afirmou que o verdadeiro “capítulo lamentável” seria a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a negação de assistência médica ao ex-mandatário e o que chamou de avanço da influência chinesa no Brasil. O ex-assessor classificou o artigo de Lula como “patético” e direcionou as críticas diretamente ao chefe do Executivo brasileiro.

No texto publicado no jornal norte-americano, Lula afirmou que a ação dos Estados Unidos na Venezuela representaria “mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida depois da Segunda Guerra Mundial”. A manifestação do presidente brasileiro repercutiu entre aliados do governo Trump, que vêm defendendo a operação como parte do combate ao narcoterrorismo e da restauração da ordem democrática no país vizinho.

Segundo Miller, ao criticar a atuação americana, Lula ignora, em sua avaliação, problemas internos do Brasil e adota uma postura alinhada a regimes autoritários da região. O ex-estrategista também citou a situação judicial de Bolsonaro como exemplo do que considera violações graves de direitos políticos.

A captura de Maduro ocorreu em 3 de janeiro, durante uma operação militar e de forças especiais conduzida pelos Estados Unidos, que incluiu ataques aéreos, neutralização de defesas e a retirada do ex-ditador do território venezuelano. Washington afirmou que a ação teve como objetivo enfraquecer redes de narcotráfico ligadas ao regime chavista e abrir caminho para uma transição democrática.

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