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Após ataques a filha, Roberto Justus e Ana Paula Siebert acionam Justiça: “Instigar morte é inaceitável”
Após ataques a filha, Roberto Justus e Ana Paula Siebert acionam Justiça: “Instigar morte é inaceitável”
Após postagem com bolsa de R$ 14 mil viralizar, casal denuncia mensagens de ódio e ameaça contra a filha de 5 anos: “Vamos dar um exemplo”
Por: Redação
07/07/2025 às 08:50

Foto: Reprodução/Instagram
O empresário Roberto Justus e a influenciadora Ana Paula Siebert se pronunciaram nas redes sociais na noite deste domingo (6) para repudiar as mensagens de ódio e ameaças dirigidas à filha do casal, Vicky, de apenas 5 anos. O episódio ganhou repercussão após a publicação de uma foto familiar, na qual a criança aparece usando uma bolsa da marca Fendi, avaliada em R$ 14 mil.
A postagem, que mostrava os três com looks coordenados nas cores azul e branco, viralizou na internet e, junto aos elogios e curtidas, também atraiu comentários violentos e inaceitáveis. Em uma das respostas, um usuário escreveu: “Só guilhotina”, instigando a violência contra a menina.
Diante da gravidade da situação, o casal gravou um vídeo repudiando os ataques e anunciou que já acionou seu corpo jurídico para processar os autores das ameaças.
“Falaram que tinha que matar a nossa filha com guilhotina… Gente, o que é isso que está acontecendo no Brasil?”, questionou Justus, visivelmente indignado.
“Instigar a morte, o ódio é algo inaceitável. A gente nunca ligou para críticas sobre nossos looks ou estilo de vida, mas isso ultrapassou todos os limites”, acrescentou Ana Paula.
Na legenda da publicação no Instagram, o casal reforçou que não pretende deixar o caso impune:
“Poucas vezes nos posicionamos em virtude de críticas ou comentários desagradáveis. Mas instigar a morte e a violência não é aceitável e não pode se tornar normal.”
Eles também agradeceram as mensagens de apoio que receberam e disseram que a exposição da família não justifica discursos de ódio, ainda mais contra uma criança.
O caso reforça o debate sobre os limites da liberdade de expressão nas redes sociais, especialmente quando envolve crianças e discurso de ódio mascarado de crítica social. A investigação sobre os autores das ameaças deve prosseguir após a formalização das queixas.
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