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Após sucessivos atrasos, Jerônimo volta a adiar inauguração da nova Rodoviária de Salvador para 2026
Após sucessivos atrasos, Jerônimo volta a adiar inauguração da nova Rodoviária de Salvador para 2026
Governador evita fixar data e obra deve ser entregue com três anos de atraso acumulado
Por: Redação
17/11/2025 às 23:01

Foto: Yan Inácio/CORREIO
A novela da nova Rodoviária de Salvador ganhou mais um capítulo. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a falar sobre a inauguração do terminal em Águas Claras e, mais uma vez, empurrou a data para frente. Segundo ele, a previsão agora é que o equipamento seja entregue em janeiro de 2026 — três anos além do prazo inicial.
A obra começou em 2021, com promessa de conclusão em dois anos, mas sofreu uma série de atrasos ao longo da gestão estadual. No início de 2025, o Conselho de Administração do Consórcio Terminal Rodoviário de Salvador chegou a anunciar a inauguração para 7 de outubro, o que novamente não se confirmou.
Governador evita divulgar data exata
Em entrevista à rádio Itapoan FM nesta segunda-feira (17), Jerônimo afirmou:
“Nós estamos bem próximos. Com certeza, até o início do ano teremos a entrega da nova Rodoviária, estamos na data final.”
Apesar disso, o governador evitou assumir um compromisso objetivo, alegando aguardar parecer da equipe técnica:
“Não quero dar uma data porque ainda estou aguardando a fiscalização da obra. Mas espero que no primeiro mês de 2026 eu possa entregar a Rodoviária.”
O discurso cauteloso reforça o desgaste político causado pela demora — especialmente porque o projeto foi vendido pelo governo petista como símbolo de modernização da infraestrutura baiana.
Estrutura grandiosa, entrega lenta
Localizada às margens da BR-324, no bairro de Águas Claras, a nova Rodoviária terá:
- mais de 41 mil m² de área construída;
- estacionamento para 800 veículos;
- 230 pontos comerciais;
- praça de alimentação;
- clínicas e farmácias;
- unidade do SAC.
O investimento inicial foi de R$ 200 milhões, contratado em 2019, ainda no governo Rui Costa (PT). Com os atrasos sucessivos, a obra se tornou símbolo de lentidão e má execução administrativa — crítica frequente à gestão petista na Bahia.
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