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Bolsonaro sofre traumatismo craniano leve após queda em cela da Polícia Federal
Bolsonaro sofre traumatismo craniano leve após queda em cela da Polícia Federal
Médico confirma lesão sem gravidade, mas episódio reacende questionamentos sobre condições da custódia do ex-presidente
Por: Redação
06/01/2026 às 15:48

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve após cair e bater a cabeça durante a madrugada desta terça-feira (6), na cela onde está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A informação foi confirmada pelo médico Cláudio Birolini, integrante da equipe que acompanha a saúde do ex-mandatário.
De acordo com o médico, a decisão de encaminhar Bolsonaro para avaliação hospitalar ocorreu por cautela clínica, diante do histórico recente de internações e procedimentos cirúrgicos.
“Em vista da situação em que ele se encontra, quedas com traumatismos são uma de nossas maiores preocupações”, afirmou Birolini, ressaltando que a equipe já havia alertado para esse risco.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi quem tornou público o episódio, ao relatar nas redes sociais que o ex-presidente passou mal durante a madrugada, caiu e bateu a cabeça em um móvel da cela. Segundo ela, o atendimento médico só ocorreu após a liberação para a visita, em razão das restrições de acesso ao local de custódia.
O traumatismo foi diagnosticado poucos dias depois de Bolsonaro ter recebido alta do Hospital DF Star, onde permaneceu internado por nove dias, entre 24 de dezembro e 1º de janeiro, para tratar uma hérnia inguinal bilateral e realizar procedimentos de bloqueio do nervo frênico, indicados para conter crises persistentes de soluço.
Desde o retorno à custódia, aliados do ex-presidente relatam dificuldades para dormir, atribuídas ao ruído constante do ar-condicionado da cela. A defesa apresentou reclamação ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando prejuízo ao descanso e solicitando ajustes no ambiente. O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal se manifeste sobre as condições relatadas no prazo de cinco dias.
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