Início
/
Notícias
/
Brasil
/
DISCURSO DE “ÓDIA”: Ministra do STF banaliza críticas legítimas e distorce debate sobre liberdade de expressão no STF
DISCURSO DE “ÓDIA”: Ministra do STF banaliza críticas legítimas e distorce debate sobre liberdade de expressão no STF
Ministra usa tom emocional, relativiza direito à crítica e vira alvo de reação política: “Não, não é IA”, ironizou deputado Leandro de Jesus (PL-BA)
Por: Redação
26/06/2025 às 09:44
● Atualizado em 26/06/2025 às 09:48

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Durante a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) realizada nesta quarta-feira (25), a ministra Cármen Lúcia protagonizou um discurso carregado de subjetividade e generalizações, ao abordar os ataques sofridos por mulheres públicas nas redes sociais. O contexto era o julgamento que discute a responsabilização das plataformas digitais pelo conteúdo publicado por usuários.
Em sua fala, a ministra afirmou que a crítica à atuação feminina na política e no Judiciário muitas vezes “deixa de ser política para ser misógina, sexista e desmoralizante”. Ao tentar diferenciar ataques pessoais de opiniões legítimas, ela acabou flertando com a ideia de censura. “Direito de criticar tem, direito de vaiar tem. Agora, direito de xingar… aí é diferente”, disse, sem esclarecer a linha tênue entre discurso ofensivo e liberdade de expressão garantida constitucionalmente.
A ministra foi além: “Não é discurso de ódio, é discurso de ‘ódia’”, afirmou, usando um neologismo que virou motivo de perplexidade e piada nas redes sociais. A tentativa de criar uma expressão própria para enfatizar a suposta violência verbal dirigida exclusivamente a mulheres gerou forte reação. O deputado estadual Leandro de Jesus (PL-BA) ironizou nas redes: “Não, não é IA. A ministra do STF disse que mulheres não passam por discurso de ódio, mas sim de ‘ódia’”.
Confira o post do deputado Leandro:
Veja mais em >>> Rede Comunica Brasil
Assine nossa news letter
Receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.




