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Eduardo reage a anúncio de Lula e acusa governo de divulgar “fake news” sobre tarifas dos EUA

Eduardo reage a anúncio de Lula e acusa governo de divulgar “fake news” sobre tarifas dos EUA

Parlamentar diz que corte de 10% não é benefício ao Brasil e afirma que país segue prejudicado por sobretaxa de 40% devido à crise diplomática criada pelo atual governo

Por: Redação

16/11/2025 às 21:34

Imagem de Eduardo reage a anúncio de Lula e acusa governo de divulgar “fake news” sobre tarifas dos EUA

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou duramente o governo Lula após o anúncio de que os Estados Unidos teriam reduzido em 10% as tarifas aplicadas a produtos brasileiros. Segundo o parlamentar, a narrativa divulgada por ministros do governo é “fake news” e omite que o Brasil continua submetido a uma tarifa de 40% em grande parte de sua pauta de exportações.

A reação ocorreu depois de uma postagem do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB-AL), celebrando a medida. Eduardo Bolsonaro rebateu afirmando que o corte anunciado não se trata de um gesto de benefício ao Brasil, mas de uma redução global definida pelos EUA por “motivos internos”.

“Essa é a maior fake news desses últimos tempos. Os Estados Unidos não estão beneficiando o Brasil. Eles retiraram 10% de tarifas que haviam aplicado no mundo inteiro, por necessidade interna, para baratear produtos ao consumidor norte-americano”, afirmou o deputado em suas redes.

 

Críticas ao Itamaraty e à crise institucional criada no governo Lula

O parlamentar também atribuiu a manutenção da tarifa de 40% ao que chamou de “ineficiência diplomática” do Itamaraty e aos conflitos institucionais envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, a carta enviada por Donald Trump descreve perseguição a Jair Bolsonaro, familiares e aliados, além de interferências em big techs e falta de transparência no processo eleitoral de 2022.

“Por causa desses fatores descritos por Trump, o Brasil continua com sobretaxa de 40%, enquanto outros países conseguem negociar melhores condições”, afirmou.

 

Anistia a Bolsonaro como condicionante para avanço nas negociações

Eduardo Bolsonaro afirmou ainda que avanços reais na relação comercial com os Estados Unidos dependerão de movimentos internos, especialmente da aprovação da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado a 27 anos de prisão pelo STF — e a outros investigados pelos eventos de 8 de Janeiro.

“Se o governo Lula estivesse realmente preocupado em resolver o problema, estaria apoiando a anistia e encerrando esse ciclo de perseguição. Ao invés disso, tenta vender vitória onde só há derrota”, declarou.

A resposta do parlamentar ocorre no mesmo momento em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República contra ele por coação no curso do processo. O relator, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que Eduardo Bolsonaro buscou criar instabilidade institucional ao negociar com autoridades dos EUA medidas econômicas e sanções contra integrantes do governo brasileiro.

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