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Esposa de Anderson Torres é nomeada para cargo comissionado no Tribunal de Contas do DF

Esposa de Anderson Torres é nomeada para cargo comissionado no Tribunal de Contas do DF

Advogada assume função de assessoria no gabinete de conselheiro do TCDF; salário líquido será de R$ 8,8 mil

Por: Redação

30/01/2026 às 10:39

Imagem de Esposa de Anderson Torres é nomeada para cargo comissionado no Tribunal de Contas do DF

Foto: Hugo Barreto

A advogada Flávia Michele Sampaio Torres, esposa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, foi nomeada nesta quinta-feira (29) para um cargo comissionado no Tribunal de Contas do Distrito Federal (Tribunal de Contas do Distrito Federal). Ela atuará como assessora no gabinete do conselheiro André Clemente.

A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Segundo apuração, a remuneração líquida do cargo será de R$ 8,8 mil. Flávia havia deixado o Banco do Brasil em fevereiro de 2025, onde era servidora.

Anderson Torres, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (Supremo Tribunal Federal) e cumpre pena de 24 anos de prisão por tentativa de golpe, estando detido na Papudinha desde 25 de novembro de 2025. Em dezembro, ele foi demitido da Polícia Federal, onde atuava como delegado, por determinação da Primeira Turma do STF.

Procurado, o gabinete de André Clemente afirmou que a contratação de Flávia Michele se deu exclusivamente por critérios técnicos, destacando sua formação em Direito e experiência com processos na área de planos de saúde. Segundo a nota, a assessora foi informada de que não é permitido envolvimento político nem uso de redes sociais no exercício da função.

O gabinete também negou qualquer relação pessoal com Anderson Torres. “Ele foi julgado e condenado. A família dele não”, afirmou o conselheiro em nota.

A nomeação ocorre em um momento de escrutínio público sobre indicações para cargos comissionados no Distrito Federal, especialmente quando envolvem familiares de figuras públicas condenadas. O caso reacende o debate sobre critérios de mérito, separação entre responsabilidade individual e vínculos familiares, e a necessidade de transparência na ocupação de funções de confiança na administração pública.

Até o momento, não há indicação de irregularidade formal na nomeação, que segue os parâmetros legais vigentes para cargos comissionados no âmbito do TCDF.

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