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Filho de Maduro reage à prisão do ditador e expõe retórica do regime contra ação dos EUA

Filho de Maduro reage à prisão do ditador e expõe retórica do regime contra ação dos EUA

Discurso na Assembleia venezuelana tenta mobilizar base chavista após operação americana contra narcoterrorismo

Por: Redação

05/01/2026 às 15:11

Imagem de Filho de Maduro reage à prisão do ditador e expõe retórica do regime contra ação dos EUA

Foto: Reprodução/Assembleia Nacional da Venezuela

O deputado venezuelano Nicolás Maduro Guerra, filho do ditador Nicolás Maduro, afirmou nesta segunda-feira (5) que a Venezuela “não irá se render aos Estados Unidos”. A declaração foi feita durante discurso na Assembleia Nacional, após a prisão de Maduro e sua transferência para os EUA em operação determinada pelo presidente Donald Trump.

A fala ocorreu na primeira sessão do Parlamento venezuelano desde a ação americana em Caracas, no último sábado (3), que resultou na captura do chefe do regime chavista, acusado de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas pela Justiça norte-americana.

Em tom emocional, Maduro Guerra pediu apoio ao pai — a quem se referiu como “papa” — e classificou a operação dos EUA como fruto de uma “mentira do imperialismo”. Segundo ele, as acusações apresentadas por Washington seriam falsas e fariam parte de uma perseguição política contra sua família.

“O povo bolivariano não é manipulável. A mentira do imperialismo trombou com um povo consciente”, afirmou o parlamentar, repetindo o discurso tradicional do chavismo, que historicamente tenta deslegitimar denúncias internacionais associando-as a conspirações externas.

A sessão é presidida por Jorge Rodríguez, aliado histórico do regime e irmão de Delcy Rodríguez. Atualmente, o chavismo mantém controle quase absoluto do Legislativo: 256 dos 285 deputados são alinhados ao governo.

Para o governo americano, a reação do filho de Maduro evidencia a tentativa do regime de transformar um processo criminal em narrativa política. Autoridades dos EUA afirmam que a operação não foi dirigida contra o povo venezuelano, mas contra um líder acusado de chefiar o Cartel de los Soles, organização classificada recentemente como terrorista internacional.

Segundo a acusação apresentada em Nova York, Maduro utilizou estruturas do Estado venezuelano para facilitar o envio de toneladas de cocaína, em parceria com grupos armados e organizações terroristas, afetando diretamente a segurança do hemisfério.

Enquanto aliados do regime tentam mobilizar a base interna, países como a Suíça já anunciaram o congelamento de bens ligados a Maduro, e tribunais internacionais avançam na cooperação com as autoridades americanas.

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