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Flávio Bolsonaro chama PT de "Partido do Tarifaço" após audiência nos Estados Unidos
Flávio Bolsonaro chama PT de "Partido do Tarifaço" após audiência nos Estados Unidos
Senador afirma que viajou aos EUA para defender empresas brasileiras, o Pix e critica ausência do governo Lula nas negociações comerciais
Por: Redação
07/07/2026 às 16:31

Foto: Getty Images
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após participar da audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), em Washington. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o PT se tornou o "Partido do Tarifaço" por, segundo ele, não atuar para impedir a possível aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros.
Na gravação, Flávio afirmou que sua viagem aos Estados Unidos teve como objetivo defender os interesses econômicos do Brasil durante a investigação comercial conduzida pelo governo norte-americano.
"Vim aos Estados Unidos, mais uma vez, fazer o trabalho que o Lula e o PT, o Partido do Tarifaço, decidiram não fazer. Vim para defender as empresas brasileiras, para defender a nossa economia e o nosso Pix", declarou o senador.
Senador defende suspensão das tarifas
Durante a audiência, Flávio Bolsonaro pediu que os Estados Unidos suspendam a proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e defendam uma solução negociada para os pontos discutidos na investigação.
Segundo o parlamentar, a adoção das tarifas prejudicaria tanto a economia brasileira quanto consumidores e empresas norte-americanas. Ele também afirmou que apresentou argumentos técnicos e políticos à comissão responsável pela análise do caso.
Críticas ao governo Lula
No vídeo divulgado após o encontro, Flávio criticou a ausência de representantes do governo federal na audiência. Segundo ele, empresários, advogados e integrantes do setor produtivo compareceram para defender os interesses brasileiros, enquanto o Palácio do Planalto optou por não participar da sessão.
Ao final da publicação, o senador afirmou que continuará atuando em defesa dos interesses do Brasil no exterior e voltou a criticar a condução da política externa do governo Lula.
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