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Gayer aciona MEC e TCU contra curso de Medicina exclusivo para MST em Pernambuco

Gayer aciona MEC e TCU contra curso de Medicina exclusivo para MST em Pernambuco

Entidades médicas e parlamentares denunciam “processo seletivo ideológico” da UFPE

Por: Redação

25/09/2025 às 22:16

Imagem de  Gayer aciona MEC e TCU contra curso de Medicina exclusivo para MST em Pernambuco

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) pediu que o Ministério da Educação (MEC) e o Tribunal de Contas da União (TCU) investiguem o curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) destinado a assentados da reforma agrária e integrantes do MST. O parlamentar acionou os órgãos após denúncia feita pelo vereador recifense Thiago Medina, que revelou a reserva de 80 vagas exclusivamente para beneficiários do Pronera.

“Imagina só você estudar, se dedicar e descobrir que existe um tipo de cota para quem invade propriedade privada!”, criticou Gayer no X. Ele solicitou a suspensão imediata do edital e cobrou posicionamento oficial do MEC.

Segundo informações do governo federal, o “curso inédito” é resultado de uma parceria entre a UFPE e o Incra e deve iniciar no dia 20 de outubro. Para disputar as vagas, não será exigido Enem ou Sisu: a seleção se restringirá a uma redação sobre reforma agrária e à análise do histórico escolar.

O vereador Thiago Medina classificou o edital como um “absurdo”.
“Não tem que fazer cursinho, não tem que fazer Enem, não tem que se matar de estudar. Basta você entrar para o MST que vai virar médico”, denunciou. Ele ainda alertou que a medida troca mérito e excelência por critérios ideológicos.

A iniciativa já enfrenta resistência de entidades médicas. Em nota conjunta, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), o Sindicato dos Médicos (Simepe), a Associação Médica de Pernambuco (Ampe) e a Academia Pernambucana de Medicina (APM) afirmaram que a seleção “afronta os princípios da isonomia e do acesso universal” e representa um “precedente grave e perigoso para a educação médica no Brasil”.

A polêmica reforça as críticas ao governo Lula, acusado de usar universidades federais como instrumento de militância política, em vez de garantir igualdade de oportunidades e qualidade na formação médica.

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