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Gilmar ironiza sanções dos EUA e diz que não pode mais contar história em Washington

Gilmar ironiza sanções dos EUA e diz que não pode mais contar história em Washington

Ministro do STF comenta revogação de visto durante lançamento de livro e defende papel da Corte na democracia

Por: Redação

07/08/2025 às 07:41

Imagem de Gilmar ironiza sanções dos EUA e diz que não pode mais contar história em Washington

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ironizou nesta quarta-feira (6) a suposta revogação de seu visto pelos Estados Unidos. Durante o lançamento de seu novo livro, Jurisdição Constitucional – Da Liberdade para a Liberdade, em Brasília, o magistrado provocou risos da plateia ao afirmar que agora não pode mais “contar sua história em Washington”.

“Eu já tive a oportunidade de dizer que poderia estar contando [isso] em Roma, Paris e Lisboa, mas, agora, não em Washington”, disse Gilmar, em meio a discursos sobre os desafios enfrentados pelo STF nos últimos anos. Ele também ressaltou que o tribunal tem atuado na defesa da democracia, segundo a visão kelseniana de jurisdição constitucional.

O comentário ocorre em meio ao aumento das tensões entre o STF e o governo dos EUA, que recentemente impôs sanções ao ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky. Nos bastidores, há receio de que outros membros da Corte também sejam alvos de medidas semelhantes, o que poderia representar uma espécie de "morte financeira" internacional.

Gilmar defendeu o papel do Supremo e comentou as críticas às decisões recentes do tribunal, inclusive relacionadas à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“A democracia constitucional envolve limites. Não há soberanos. Todos estão submetidos à lei, notadamente ao seu órgão de cúpula, o Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

O evento contou com a presença de diversos ministros da Corte, entre eles Luís Roberto Barroso (presidente do STF), Edson Fachin, Luiz Fux, Flávio Dino, Cristiano Zanin e o ex-ministro Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça.

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