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Governo Lula usa entrevista da GloboNews em propaganda oficial para atacar PL Antifacção
Governo Lula usa entrevista da GloboNews em propaganda oficial para atacar PL Antifacção
Vídeo impulsionado nas redes do Planalto promove fala de diretor da PF contra proposta que endurece combate ao crime organizado
Por: Redação
12/11/2025 às 09:44

Foto: Reprodução
O governo Lula (PT) voltou a usar a máquina pública para fazer propaganda política com dinheiro do contribuinte. Desta vez, o Palácio do Planalto impulsionou nas redes sociais um vídeo com trecho de entrevista do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, à GloboNews, em que ele critica o PL Antifacção — proposta em discussão no Congresso que busca endurecer as punições a facções criminosas.
A publicação, feita no perfil oficial @govbr no Instagram, foi patrocinada com recursos públicos pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), comandada por Sidônio Palmeira, marqueteiro pessoal de Lula.
O conteúdo apresentava o trecho em que Rodrigues “explica” por que o projeto relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) supostamente limitaria o combate ao crime organizado. A Secom usou o material para reforçar a narrativa do governo contra o texto apoiado pela oposição e pela bancada da segurança pública.
O caso chamou atenção por levantar suspeitas de uso indevido de comunicação institucional para fins político-partidários, prática vedada pela legislação. A peça publicitária foi divulgada em formato de anúncio pago, o que intensificou as críticas de parlamentares e especialistas em ética pública.
“O governo está usando a estrutura estatal para combater projetos do Legislativo que não lhe agradam. Isso é propaganda disfarçada de informação oficial”, afirmou um deputado da oposição.
A publicação ocorre em meio à queda de popularidade de Lula, confirmada por pesquisas recentes da Quaest e do Paraná Pesquisas, e à pressão da esquerda para barrar a equiparação de facções criminosas a organizações terroristas dentro do PL Antifacção.
Enquanto a oposição cobra investigações sobre o uso político da Secom, o governo evita comentar o impulsionamento e tenta enquadrar a divulgação como “comunicação institucional de interesse público”.
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