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Janja e Moraes compartilham voo da FAB com Lewandowski em viagem sigilosa a São Paulo

Janja e Moraes compartilham voo da FAB com Lewandowski em viagem sigilosa a São Paulo

Primeira-dama confirma carona para consulta médica; presença de ministros e esposas não foi divulgada pela Aeronáutica

Por: Redação

30/06/2025 às 11:00

Primeira-dama Janja, e os ministros Alexandre de Moraes (STE) e Ricardo Lewandowski (Justiça) desembarcando na pista do Aeroporto de Congonhas em São Paulo, após voo da FAB que partiu de Brasília, em 13 de junho

A primeira-dama Janja da Silva e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, embarcaram juntos em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com destino a São Paulo no dia 13 de junho. A viagem, silenciosa até ser revelada por imagens, foi requisitada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que também estava a bordo, acompanhado da esposa de Moraes, a advogada Viviane Barci.

O voo partiu de Brasília às 9h15 e pousou em Congonhas às 10h50, transportando 12 passageiros. A Aeronáutica e o Ministério da Justiça não divulgaram previamente quem embarcaria. As imagens do desembarque, obtidas pela imprensa, expuseram o grupo descendo por área reservada do aeroporto, reforçando o tom de informalidade discreta que tem cercado o uso de aviões oficiais na atual gestão.

A assessoria de Janja confirmou a viagem e informou que ela apenas “pegou carona” para comparecer a uma consulta ginecológica. Como o voo já havia sido solicitado por Lewandowski, não haveria, segundo o Planalto, custos extras para a União.

A prática, embora legal segundo o decreto que regula o transporte de autoridades pela FAB, tem levantado questionamentos sobre o uso político, pessoal ou informal dos recursos públicos. O mesmo decreto permite a ocupação de assentos vagos por qualquer cidadão, o que tecnicamente ampara esse tipo de deslocamento. No entanto, o critério de “vagas remanescentes” raramente é transparente — especialmente quando envolve ministros, familiares e figuras próximas ao presidente.

O silêncio do STF e do Ministério da Justiça sobre os nomes a bordo, somado ao padrão de uso cada vez mais recorrente da FAB para fins pessoais ou paralelos à agenda oficial, reacende o debate sobre moralidade no uso de estruturas de Estado. Janja já esteve no centro de outras viagens polêmicas, e Moraes, que enfrenta ameaças, tem priorizado deslocamentos com suporte militar.

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