Líderes europeus apoiam cessar-fogo proposto por Donald Trump
Presidente dos EUA propõe paralisação imediata dos combates e abertura de negociações entre Rússia e Ucrânia
Por: Redação
21/10/2025 às 13:34
● Atualizado em 21/10/2025 às 16:23

Foto: Reprodução
Líderes da União Europeia, do Reino Unido, França, Alemanha e da Ucrânia divulgaram nesta terça-feira (21) uma declaração conjunta em apoio ao plano de cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A proposta prevê a interrupção imediata dos combates na guerra entre Ucrânia e Rússia, estabelecendo que as forças permaneçam nas posições atuais. Essa linha de contato servirá como base para futuras negociações de paz. Segundo os líderes europeus, a medida representa um “ponto de partida essencial” para encerrar a guerra de forma ordenada e negociar acordos diplomáticos de longo prazo.
Alinhamento estratégico com Washington
A iniciativa reforça a influência dos Estados Unidos na condução dos esforços diplomáticos internacionais. Desde que reassumiu a presidência, Trump vem defendendo uma solução rápida para o conflito, baseada em cessar-fogo imediato e conversas bilaterais diretas. Analistas internacionais apontam que a adesão europeia ao plano representa um fortalecimento do eixo transatlântico e um recado claro ao governo russo de Vladimir Putin.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também declarou apoio à proposta, afirmando que “a paz é a prioridade número um” e que “qualquer cessar-fogo precisa garantir a soberania ucraniana”.
Repercussão e próximos passos
Embora países europeus tenham destacado que a proposta é um passo inicial, a expectativa é de que a iniciativa abra espaço para uma rodada de negociações multilaterais. O Kremlin ainda não apresentou uma resposta formal.
Diplomatas consideram que o apoio europeu à proposta de Trump consolida a posição dos EUA como principal articulador de uma possível solução política para o conflito — em contraste com a postura mais alinhada a regimes autoritários adotada por potências como a China e a Venezuela, que têm mantido proximidade estratégica com Moscou.
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