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Moraes mantém prisão preventiva do general Mário Fernandes

Moraes mantém prisão preventiva do general Mário Fernandes

Defesa pediu prisão domiciliar, mas ministro do STF rejeitou; militar admite autoria de documento, mas diz que era apenas “um pensamento” e que se arrependeu

Por: Redação

18/09/2025 às 01:55

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes decidiu nesta quarta-feira (18) manter a prisão preventiva do general da reserva Mário Fernandes. Ele é acusado de elaborar o chamado plano Punhal Verde e Amarelo, que previa a prisão de autoridades, entre elas o próprio ministro, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice, Geraldo Alckmin (PSB).

Fernandes está preso desde novembro de 2024, no Comando da 1ª Divisão de Exército. O general integrou o governo Jair Bolsonaro (PL) como secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência e figura entre os réus denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) em investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado.

Ao negar o pedido da defesa para substituição da prisão por regime domiciliar, Moraes argumentou que o militar se mantém em “contexto criminoso” e que teria “incitado apoio” a outras ações ligadas ao caso. O ministro também ressaltou que a situação de Fernandes não se compara à do ex-presidente Bolsonaro, que obteve direito a prisão domiciliar.

Em depoimento ao STF, o general admitiu ser autor do documento, mas declarou que nunca compartilhou o texto, classificando-o como uma reflexão individual que acabou descartada. “Eu imprimi para não forçar a vista e logo depois rasguei. Não compartilhei com ninguém”, afirmou. Disse ainda se arrepender da elaboração.

A acusação, por sua vez, atribui ao general tarefas como monitorar autoridades e articular apoio popular aos atos de 8 de janeiro de 2023. Além disso, Fernandes assumiu a autoria de uma minuta de “Gabinete de Crise”, que, segundo ele, serviria de apoio ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) em caso de instabilidade pós-eleitoral.

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