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Moraes nega pedido de Daniel Silveira para realizar fisioterapia fora de casa nos fins de semana

Moraes nega pedido de Daniel Silveira para realizar fisioterapia fora de casa nos fins de semana

Ex-deputado apresentou laudo médico que recomendava sessões diárias após cirurgia, mas Supremo manteve restrição do regime domiciliar

Por: Redação

17/11/2025 às 16:00

Imagem de Moraes nega pedido de Daniel Silveira para realizar fisioterapia fora de casa nos fins de semana

Foto: Plínio Xavier/Câmara dos Deputados

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido apresentado pela defesa do ex-deputado Daniel Silveira para flexibilizar as condições de seu regime domiciliar. A solicitação, publicada nesta segunda-feira (17), buscava autorização para que Silveira pudesse sair de casa aos sábados, domingos e feriados para realizar fisioterapia diária, recomendada após procedimento cirúrgico.

Os advogados Paulo Faria e Michael Robert apresentaram ao Supremo um laudo médico atestando a necessidade do tratamento contínuo “todos os dias, inclusive aos fins de semana”, sob risco de regressão funcional e complicações à saúde. Ainda assim, Moraes manteve a proibição de circulação fora do domicílio nessas datas.

 

STF mantém rigidez das medidas impostas

Segundo a decisão, assinada na semana anterior e agora disponibilizada no sistema do tribunal, não há justificativa suficiente para flexibilizar as restrições já impostas ao ex-parlamentar — que cumpre medidas determinadas pelo STF em razão de processos relacionados a ataques às instituições e a decisões judiciais.

A negativa mantém o endurecimento já adotado por Moraes em relação a Silveira, que tem enfrentado condições rigorosas mesmo após apresentar comprovantes médicos da necessidade de tratamento.

Silveira segue submetido a medidas cautelares determinadas pelo Supremo em diferentes processos, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de sair de casa em determinados períodos e outras restrições. A negativa reforça que o ministro não pretende afrouxar o regime antes de eventual reavaliação geral do caso.

A defesa deve agora decidir se apresentará novo recurso ou se levará questões médicas às instâncias administrativas, como forma de garantir o acesso ao tratamento integral.

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