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MST avalia enviar militantes à Venezuela após ação dos EUA contra Maduro

MST avalia enviar militantes à Venezuela após ação dos EUA contra Maduro

Movimento fala em “solidariedade” ao regime venezuelano e critica operação americana que levou ditador a julgamento em Nova York

Por: Redação

06/01/2026 às 09:30

Imagem de MST avalia enviar militantes à Venezuela após ação dos EUA contra Maduro

Foto: XNY/Star Max/GC Images

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela após a ação militar conduzida pelos Estados Unidos no último sábado (3), que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro.

Maduro foi levado aos EUA e apresentado à Justiça em Nova York, onde responde por acusações graves, como conspiração com cartéis internacionais para o tráfico de cocaína. Durante audiência, ele e a esposa, Cilia Flores, negaram as acusações e passaram a sustentar a narrativa de que o presidente venezuelano teria sido “sequestrado”.

O MST participou de uma reunião virtual com mais de 50 organizações da esquerda brasileira no domingo (4). Segundo relatos de participantes, o encontro reconheceu que o cenário venezuelano ainda está “em desenvolvimento”, mas serviu para organizar atos de protesto em capitais brasileiras, especialmente em frente a consulados e embaixadas dos EUA.

A dirigente nacional do MST, Ceres Hadich, afirmou que o movimento não descarta atuação direta na Venezuela, alegando relações históricas com o regime chavista e citando projetos ligados à produção de alimentos no país vizinho.

Para críticos, a posição do MST reforça o alinhamento ideológico de setores da esquerda brasileira a um regime acusado internacionalmente de narcotráfico, repressão política e violações sistemáticas de direitos humanos.

A dirigente também elogiou a posição da diplomacia brasileira e de países do BRICS, que reconheceram Delcy Rodríguez como liderança legítima da Venezuela após a captura de Maduro — gesto visto por analistas como mais um sinal de complacência com o chavismo.

Nesta segunda-feira (5), outra reunião virtual reuniu partidos e intelectuais de esquerda, incluindo nomes como José Dirceu, Mônica Valente, Juliano Medeiros e Breno Altman.

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