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Trump dá ultimato ao Hamas e ameaça "inferno total" se acordo de paz não for aceito
Trump dá ultimato ao Hamas e ameaça "inferno total" se acordo de paz não for aceito
Presidente dos EUA impõe prazo até domingo para libertação de reféns e fim da violência em Gaza
Por: Redação
03/10/2025 às 13:47

Foto: Isac Nóbrega/Agência Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta sexta-feira (3) um ultimato direto ao grupo terrorista Hamas, exigindo que aceite seu acordo de paz para a Faixa de Gaza até as 19h do próximo domingo (5), no horário de Brasília. Caso contrário, advertiu, os militantes enfrentarão um "inferno total".
Em publicação na plataforma Truth Social, Trump afirmou que a maior parte dos combatentes do Hamas já estaria “cercada e encurralada”, ressaltando que mais de 25 mil integrantes do grupo foram mortos desde o início do conflito. O republicano descreveu o Hamas como uma “ameaça implacável e violenta” e reforçou que esta é a última chance de sobrevivência para os militantes que restam.
“Teremos paz no Oriente Médio de uma forma ou de outra. A violência e o derramamento de sangue cessarão. Libertem os reféns — todos eles, inclusive os corpos daqueles que estão mortos — agora! Um acordo deve ser firmado até domingo à noite. Todos os países assinaram. Se este acordo, uma última chance, não for firmado, um inferno como ninguém jamais viu antes se abaterá sobre o Hamas”, escreveu Trump.
Plano de paz
O ultimato segue o anúncio feito por Trump no último dia 29, quando apresentou uma proposta de cessar-fogo com apoio de nações árabes e europeias, além de Israel. O acordo prevê a libertação imediata dos reféns, garantia de corredores humanitários e a desmilitarização gradual da Faixa de Gaza, sob monitoramento internacional.
Segundo o presidente, a iniciativa já recebeu sinal verde da maioria dos países envolvidos. O Hamas, no entanto, ainda não formalizou resposta.
Recado à população palestina
Trump também pediu que palestinos inocentes evacuem uma área não especificada, antecipando a possibilidade de uma ofensiva de larga escala contra as forças remanescentes do Hamas, caso a proposta seja rejeitada.
A fala marca mais um capítulo na política externa assertiva do republicano em seu segundo mandato. Para críticos, a retórica dura eleva o risco de escalada militar. Já para apoiadores, a postura de Trump sinaliza força e busca garantir uma solução rápida para um conflito que já ceifou milhares de vidas.
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