Trump estuda sancionar esposa de Moraes após prisão domiciliar de Bolsonaro
Medidas em análise incluem restrições a Viviane Barci, tarifaço ampliado contra o Brasil e suspensão de vistos de aliados do STF
Por: Redação
06/08/2025 às 10:31

Foto: Isac Nóbrega/Agência Brasil
Após a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, avalia impor sanções à esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes.
Segundo fontes da Casa Branca ouvidas nesta terça-feira (5), Washington discute uma série de medidas como resposta direta à prisão do ex-presidente brasileiro. Entre elas estão:
ampliação do tarifaço comercial ao Brasil,
aplicação da Lei Magnitsky a outros ministros do STF,
suspensão de vistos de juízes auxiliares, delegados da Polícia Federal, membros da PGR e políticos ligados à Corte.
A medida mais concreta em análise, até o momento, é a sanção contra Viviane Barci, que afetaria diretamente as operações do seu escritório de advocacia. Caso aprovada, a penalidade impediria que empresas ou cidadãos americanos mantenham relações comerciais com ela — efeito prático da Lei Magnitsky, que já atinge Alexandre de Moraes.
Apesar das discussões sobre o tarifaço, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo têm atuado junto à Casa Branca para evitar novas tarifas contra o Brasil e frear uma escalada contra demais magistrados neste momento.
A estratégia de ambos é condicionar futuras sanções à evolução do processo penal que tramita no STF contra Jair Bolsonaro por tentativa de golpe. Caso o ex-presidente seja condenado, novas punições poderiam ser usadas como carta de pressão diplomática.
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