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Trump lança Conselho da Paz, critica ONU e afirma que EUA vivem “momento histórico de estabilidade global”
Trump lança Conselho da Paz, critica ONU e afirma que EUA vivem “momento histórico de estabilidade global”
Presidente dos EUA diz que novo órgão pode se tornar um dos mais importantes do mundo
Por: Redação
22/01/2026 às 11:54

Foto: Isac Nóbrega/Agência Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), afirmou nesta quinta-feira (22) que o recém-criado Conselho da Paz tem potencial para se tornar “um dos órgãos mais importantes já criados”. A declaração foi feita durante a cerimônia oficial de instalação do conselho, em um discurso marcado por críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e por afirmações contundentes sobre conflitos internacionais.
Segundo Trump, a ONU teve oportunidades históricas para encerrar guerras ao redor do mundo, mas falhou. “Acho que eles tentaram”, disse, ao sugerir que a organização não conseguiu cumprir plenamente seu papel na manutenção da paz global. Apesar da crítica, o presidente norte-americano indicou que o novo conselho deverá atuar em cooperação com a ONU, e não como um substituto. “Quando esse conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos. E faremos isso em conjunto com as Nações Unidas”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de líderes alinhados ao campo conservador, entre eles o presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza), e o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán (União Cívica Húngara). Em tom descontraído, Trump disse que gostava de todos os líderes presentes no palco. “Normalmente, tenho dois ou três que não suporto”, comentou, arrancando risos da plateia.
No discurso, Trump declarou que atualmente há “paz no Oriente Médio”, algo que, segundo ele, “ninguém imaginou ser possível”. O presidente voltou a afirmar que já encerrou oito guerras desde que reassumiu o cargo e sugeriu que outro conflito está prestes a chegar ao fim. Embora não tenha sido explícito, indicou tratar-se da guerra entre Rússia e Ucrânia, classificada por ele como “provavelmente a mais difícil” de resolver, apesar de inicialmente ter acreditado que seria simples.
Trump também adotou um tom duro ao falar sobre o Hamas. O presidente voltou a exigir que o grupo entregue todas as suas armas e advertiu que, caso isso não ocorra, “será o seu fim”. Ele reforçou ainda a superioridade militar norte-americana, afirmando que os EUA possuem, “de longe”, a maior força militar do mundo.
Ao tratar da América Latina, Trump mencionou a captura de Nicolás Maduro, ocorrida em 3 de janeiro de 2026, e afirmou que “os venezuelanos estão muito felizes” com o desfecho. A fala foi interpretada como mais um sinal de endurecimento da política externa americana contra regimes autoritários da região.
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