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Valdemar defende união da centro-direita já no primeiro turno para derrotar Lula em 2026
Valdemar defende união da centro-direita já no primeiro turno para derrotar Lula em 2026
Presidente do PL aposta em convergência antecipada em torno de Flávio Bolsonaro e descarta viabilidade de terceira via
Por: Redação
28/01/2026 às 17:57

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, defendeu a formação de uma frente ampla da centro-direita já no primeiro turno da eleição presidencial de 2026 como estratégia para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A avaliação foi feita após a migração do governador Ronaldo Caiado do União Brasil para o PSD, movimento que reorganizou o tabuleiro eleitoral da oposição.
Em entrevista, Valdemar afirmou não ter dúvidas de que a disputa presidencial caminhará para um confronto direto entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro, defendendo que a união das forças de centro-direita ocorra desde a primeira fase da eleição para evitar dispersão de votos.
“Não tenho dúvida de que, no segundo turno, estarão Lula e Flávio. Então, por que não fazer essa união já no primeiro turno e resolver a eleição de uma vez?”, afirmou o dirigente partidário, descartando a construção de uma terceira via competitiva.
Segundo Valdemar, após o Carnaval, Flávio Bolsonaro deve intensificar o diálogo com lideranças e partidos da centro-direita para consolidar alianças antecipadas. Entre os nomes citados estão o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, além de dirigentes do União Brasil e do PP.
O presidente do PL reconheceu o capital político de Ronaldo Caiado, classificando-o como uma liderança respeitada e influente, mas reiterou que, em sua avaliação, o peso eleitoral dos sobrenomes Bolsonaro e Lula tende a concentrar a disputa nos dois polos já no primeiro turno.
Do outro lado, Caiado tem defendido estratégia oposta. O governador de Goiás afirmou que o PSD lançará candidatura própria à Presidência, ao lado dos governadores Eduardo Leite e Ratinho Júnior, argumentando que múltiplas candidaturas no primeiro turno fortaleceriam o campo oposicionista.
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