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Mesmo de férias, Messias acompanha Lula em agendas oficiais e mantém espaço no núcleo do governo

Mesmo de férias, Messias acompanha Lula em agendas oficiais e mantém espaço no núcleo do governo

AGU participa de compromissos em São Paulo em meio a discussões sobre futuro político, STF e possível mudança ministerial

Por: Redação

19/05/2026 às 18:06

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O advogado-geral da União Jorge Messias acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em compromissos oficiais realizados nesta terça-feira (19), em São Paulo, mesmo estando formalmente de férias desde o último dia 13. A presença do ministro ocorreu em meio às movimentações políticas envolvendo seu futuro dentro do governo federal.

Durante a agenda, Lula e Messias participaram da abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic) e do lançamento do programa Move Aplicativos, linha de crédito voltada a motoristas de aplicativos. A participação do chefe da Advocacia-Geral da União foi interpretada no entorno do Planalto como demonstração de prestígio político e proximidade com o presidente em um momento de indefinição sobre seu destino no governo.

Nos bastidores do Executivo, Jorge Messias é citado como possível nome para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, atualmente comandado por Wellington César Lima e Silva. Paralelamente, aliados do governo afirmam que Lula ainda mantém apoio político ao advogado-geral para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal, apesar da rejeição de sua indicação pelo Senado no fim de abril.

Segundo interlocutores do presidente, Lula interpretou a rejeição de Messias como um revés político para o Palácio do Planalto e segue tratando o ministro como um nome de confiança, aliado político e quadro técnico próximo ao núcleo do governo.

Apesar disso, uma nova tentativa de indicação ao STF ainda em 2026 enfrenta obstáculos regimentais. O Ato da Mesa nº 1, de 2010, impede que uma autoridade rejeitada pelo Senado tenha nova indicação apreciada na mesma sessão legislativa, o que, na prática, adia eventual reapresentação do nome para 2027.

Dentro da própria base governista, integrantes avaliam que insistir na recondução de Messias ao Supremo pode ampliar desgastes políticos, especialmente em um momento em que o Planalto tenta recompor articulações com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e avançar com pautas consideradas prioritárias no Congresso, como a PEC da Segurança Pública e o debate sobre o fim da escala 6×1.

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