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PF prende pai de Daniel Vorcaro em nova fase da Operação Compliance Zero

PF prende pai de Daniel Vorcaro em nova fase da Operação Compliance Zero

Henrique Vorcaro é investigado por suspeita de envolvimento em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras

Por: Redação

14/05/2026 às 07:47

Imagem de PF prende pai de Daniel Vorcaro em nova fase da Operação Compliance Zero

Foto: Reprodução

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (14) o empresário Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, durante a sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Henrique Vorcaro foi preso em Belo Horizonte e também teve mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF.

Segundo informações preliminares da investigação, o empresário viajaria para Brasília nesta quinta-feira para visitar o filho, que permanece preso na Superintendência da Polícia Federal na capital federal.

Ao todo, a nova fase da operação cumpre sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O STF também autorizou medidas de afastamento de cargos públicos, além de bloqueios e sequestros de bens dos investigados.

A Polícia Federal informou ainda que uma delegada e uma agente da corporação foram presas no âmbito da operação.

Os investigados respondem por suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Henrique Vorcaro atua no setor de infraestrutura e construção pesada em Minas Gerais. Ele é fundador do Grupo Multipar, conglomerado empresarial com atuação nas áreas de engenharia, energia, agronegócio e mercado imobiliário.

A Operação Compliance Zero investiga supostas fraudes no sistema financeiro nacional envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília. Segundo a PF, as apurações apontam para operações irregulares ligadas à criação de carteiras de crédito sem lastro, utilizadas para inflar balanços financeiros e gerar liquidez artificial no mercado.

Como parte das medidas judiciais já determinadas no processo, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 12,2 bilhões em bens e ativos relacionados aos investigados.

 

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