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Lula reedita truques de Dilma e ‘quebra o país’ para se reeleger, diz jornal
Lula reedita truques de Dilma e ‘quebra o país’ para se reeleger, diz jornal
Estadão cita estudo da XP Investimentos e questiona medidas econômicas adotadas pelo governo federal
Por: Redação
09/06/2026 às 17:19

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O jornal O Estado de S. Paulo publicou um editorial em que compara a condução fiscal do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às práticas adotadas durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. O texto tem como base um levantamento elaborado pelo economista Marcos Mendes, da XP Investimentos, sobre medidas econômicas implementadas pelo governo federal em 2026.
Segundo o editorial, o estudo identificou 33 iniciativas que somariam aproximadamente R$ 215 bilhões entre aumento de despesas e renúncias fiscais. A publicação argumenta que parte relevante desses valores não estaria refletida nos indicadores fiscais considerados pelo atual arcabouço fiscal.
A análise destaca mecanismos utilizados pelo governo para financiar programas públicos sem impacto direto nos limites estabelecidos pelas regras fiscais. Entre os exemplos citados estão a concessão de créditos subsidiados, a utilização de recursos de fundos públicos e a abertura de créditos extraordinários para determinadas despesas.
O editorial sustenta que essas práticas podem ampliar o endividamento público e comprometer a transparência das contas federais. Na avaliação do jornal, a estratégia apresenta semelhanças com medidas adotadas em anos anteriores e que foram alvo de críticas durante o governo Dilma Rousseff.
Ao concluir o texto, o Estadão faz um alerta sobre os riscos fiscais associados à expansão de gastos em período pré-eleitoral e argumenta que o equilíbrio das contas públicas deveria ser tratado como prioridade para garantir estabilidade econômica de longo prazo.
A publicação ocorre em meio ao debate sobre o cumprimento das metas fiscais do governo federal e às discussões sobre os impactos das políticas econômicas na disputa eleitoral de 2026.
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