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Trump confirma pedido à Fifa para revisar expulsão de atacante dos EUA na Copa
Trump confirma pedido à Fifa para revisar expulsão de atacante dos EUA na Copa
Presidente norte-americano diz que solicitou reavaliação do cartão vermelho de Folarin Balogun e questiona atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus
Por: Redação
06/07/2026 às 14:49

Foto: Rodrigo Corsi/Agência Paulistão
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6) que solicitou à Federação Internacional de Futebol (Fifa) a revisão da expulsão do atacante Folarin Balogun, da seleção norte-americana, durante a Copa do Mundo de 2026.
Segundo Trump, o contato com a entidade teve como objetivo pedir uma reavaliação do lance, sem interferir diretamente na decisão disciplinar.
"Eu pedi uma revisão, pois não achei que foi falta. Tudo o que fiz foi pedir a revisão, não disse a eles o que devem fazer. Sim, eu pedi à Fifa, falei com um homem altamente respeitado", afirmou o presidente a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca.
Durante a entrevista, Trump também fez críticas ao árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão de Balogun na partida contra a Bósnia e Herzegovina.
"Não quero dizer isso, pois não gosto de criar controvérsias, mas é bem suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar", declarou.
No domingo (5), o Comitê Disciplinar da Fifa decidiu suspender a execução da punição aplicada a Balogun, permitindo que o atacante defendesse os Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo diante da Bélgica.
Em comunicado, a entidade informou que a decisão foi tomada com base no artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que permite a suspensão total ou parcial da execução de sanções esportivas durante um período probatório de um ano.
Balogun havia sido expulso aos 19 minutos do segundo tempo da vitória norte-americana por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, após uma entrada em Tarik Muharemovic. Pelo regulamento adotado na competição, a punição automática previa um jogo de suspensão.
A medida adotada pela Fifa foi considerada inédita por representar a primeira vez, desde 1962, em que um jogador suspenso recebe autorização para disputar uma partida da Copa do Mundo.
Após a decisão, Trump comemorou a liberação do atacante nas redes sociais.
"Obrigado, Fifa, por fazer a coisa certa e reverter uma grande injustiça."
A decisão também provocou reação da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa), que classificou a medida como "inédita, incompreensível e injustificável" e criticou a flexibilização da punição aplicada ao jogador norte-americano.
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