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Governo da Bahia contrata consórcio por R$ 44 milhões para gerir obras do metrô no Campo Grande
Governo da Bahia contrata consórcio por R$ 44 milhões para gerir obras do metrô no Campo Grande
Após desapropriar área de 6 mil m², Estado formaliza contrato para gerenciamento do Tramo 4, que ligará a Estação da Lapa ao Campo Grande, com investimento estimado de R$ 2 bilhões
Por: Redação
07/01/2026 às 13:40

Foto: Betto Jr./Secom PMS
Após decretar a desapropriação de uma área de aproximadamente 6 mil metros quadrados no Campo Grande, em Salvador, o Governo do Estado da Bahia avançou na expansão do metrô da capital e contratou um consórcio para gerenciar as obras do novo trecho. O contrato, no valor de R$ 44,4 milhões, foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (7).
Por meio da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), o governo estadual firmou contrato com o Consórcio NRS para a gestão das obras do chamado Tramo 4 do metrô. O acordo tem duração de 40 meses e prevê serviços de gerenciamento, supervisão, certificação e apoio à fiscalização das intervenções.
O consórcio contratado é formado pelas empresas Nova Engenharia, RK Engenharia e Consultoria e Sondotécnica Engenharia de Solos, responsáveis por acompanhar tecnicamente a implantação do novo trecho da Linha 1 do sistema metroviário.
O Tramo 4 foi autorizado pelo governo estadual em junho de 2025 e deverá ligar a Estação da Lapa ao Campo Grande, em um percurso subterrâneo de cerca de 1,2 quilômetro. O custo inicial estimado para a construção da obra é de aproximadamente R$ 2 bilhões, tornando o projeto uma das principais intervenções de mobilidade urbana em curso na capital baiana.
A desapropriação da área necessária para a obra foi oficializada em dezembro do ano passado, por meio de três decretos estaduais. Juntos, eles autorizam a liberação de terrenos no Largo do Campo Grande e na Avenida Santa Rita, totalizando cerca de 6 mil m² — área equivalente a pouco menos de um campo de futebol. Os decretos também incluem a desocupação do espaço e a incorporação de benfeitorias existentes para viabilizar a implantação da nova estação.
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