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Defesa de Marcola nega ligação com Deolane Bezerra em investigação sobre lavagem de dinheiro

Defesa de Marcola nega ligação com Deolane Bezerra em investigação sobre lavagem de dinheiro

Advogado do líder do PCC afirma que preso desconhece investigados da Operação Vérnix e rejeita participação nos fatos apurados

Por: Redação

27/05/2026 às 14:06

Imagem de Defesa de Marcola nega ligação com Deolane Bezerra em investigação sobre lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), afirmou que ele não possui ligação com a influenciadora Deolane Bezerra nem com outros investigados da Operação Vérnix, conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo o advogado Bruno Ferullo, Marcola declarou desconhecer os nomes citados na apuração e negou envolvimento nos fatos investigados.

De acordo com o defensor, a manifestação ocorreu durante visita realizada na Penitenciária Federal de Brasília, onde Marcola cumpre pena em regime de segurança máxima. O advogado afirmou ter informado o cliente sobre a investigação envolvendo familiares, empresas e a influenciadora, já que o preso não tem acesso ao noticiário nem a informações externas dentro da unidade prisional.

Em nota, Bruno Ferullo afirmou: “Diante das informações apresentadas, Marco manifestou surpresa e indignação, declarando desconhecer os investigados Deolane e Everton, afirmando que seu único vínculo com o caso se restringe ao parentesco com seus sobrinhos Leonardo e Paloma e com seu irmão Alejandro”. A declaração da defesa sustenta que não existe relação direta entre Marcola e os demais investigados mencionados na operação.

Segundo o advogado, Marcola também negou participação nas irregularidades apuradas, rejeitou qualquer relação de propriedade com a transportadora citada no inquérito e afirmou não utilizar o apelido de “narigudo”, mencionado por investigadores.

A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro supostamente ligada ao PCC por meio de uma transportadora em São Paulo. Conforme o inquérito, a empresa teria realizado repasses mensais para Deolane Bezerra. As acusações, segundo a polícia, são baseadas em conversas obtidas em celulares e em extratos bancários analisados no decorrer da apuração.

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