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Deputado dos EUA diz que Moraes e ministros do STF serão “severamente punidos”
Deputado dos EUA diz que Moraes e ministros do STF serão “severamente punidos”
Republicano Rich McCormick chamou condenação de Bolsonaro de “injusta” e acusou Supremo de perseguir opositores políticos
Por: Redação
14/09/2025 às 17:40

Foto: Divulgação
O deputado republicano Rich McCormick, da Geórgia (EUA), afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e “todos que permitem seus abusos na Suprema Corte e no Congresso” serão “severamente punidos”. A declaração foi feita na sexta-feira (12), em publicação no X (antigo Twitter).
A manifestação ocorreu um dia depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Para McCormick, a decisão foi “injusta” e tomada por um “colegiado fraudado” de cinco ministros.
O parlamentar norte-americano citou diretamente Moraes, a quem chamou de “violador de direitos humanos sancionado e conhecido odiador de Bolsonaro”. Também criticou Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula (PT), e Flávio Dino, ex-ministro da Justiça, hoje integrantes do STF. McCormick classificou os ministros como “bandidos criminosos” que “não merecem ser chamados de seres humanos decentes”.
Ele elogiou o ministro Luiz Fux, único a votar pela absolvição de Bolsonaro e de outros cinco réus. “Fux teve a coragem de chamar a acusação do que o mundo já sabe que é: guerra política com o objetivo de destruir um homem inocente”, escreveu.
Proximidade com Bolsonaro
Não é a primeira vez que McCormick se posiciona contra decisões de Moraes. Em fevereiro deste ano, acusou o ministro de usar “a Justiça como arma para fraudar as eleições” e classificou as ações contra Bolsonaro como “perseguição política, assim como foi feito com o presidente Trump”.
Na ocasião, Bolsonaro agradeceu publicamente o apoio do congressista. O republicano também se reuniu em Washington com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, e defendeu que a comunidade internacional não pode “fechar os olhos para ameaças às liberdades no Brasil”.
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