EUA justificam sanção e chamam Alexandre de Moraes de “juiz ativista”
Por: Redação
31/07/2025 às 21:02

Foto: Divulgação
O governo dos Estados Unidos anunciou sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky. A medida foi apresentada como resposta a supostas violações de direitos humanos e abuso de autoridade em decisões judiciais envolvendo plataformas digitais e cidadãos americanos.
O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, classificou Moraes como um “juiz ativista”, alegando que ele teria usado seu cargo para perseguir adversários políticos e impor censura. “Moraes abusou de sua autoridade, emitindo ordens secretas para plataformas online com o objetivo de silenciar críticos políticos”, disse Pigott.
As sanções incluem o bloqueio de eventuais ativos do ministro em território americano, proibição de transações financeiras com empresas dos EUA e restrição de entrada no país. O Departamento do Tesouro norte-americano acusa o magistrado de conduzir uma campanha de repressão política, com prisões arbitrárias e processos motivados por interesses ideológicos, especialmente em casos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O episódio acirra a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu publicamente, classificando a medida como uma afronta à soberania nacional e tentativa de interferência no sistema judicial brasileiro.
No plano econômico, ainda que Moraes não possua bens conhecidos nos EUA, bancos brasileiros buscam orientações para lidar com possíveis reflexos das sanções em transações internacionais.
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