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PCDF aguarda novo laudo para avaliar agravamento em caso de agressão à filha de Oswaldo Eustáquio

PCDF aguarda novo laudo para avaliar agravamento em caso de agressão à filha de Oswaldo Eustáquio

Exame complementar do IML poderá alterar a tipificação do crime atribuído à investigada; polícia afirma que não encontrou indícios de motivação política

Por: Redação

30/06/2026 às 08:49

Imagem de PCDF aguarda novo laudo para avaliar agravamento em caso de agressão à filha de Oswaldo Eustáquio

Foto: Reprodução/Instagram

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) aguarda a conclusão de um laudo complementar do Instituto Médico-Legal (IML) para verificar se as lesões sofridas por Mariana Eustáquio, de 18 anos, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio, podem levar ao enquadramento da investigada em uma forma mais grave do crime de lesão corporal.

A investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) resultou no indiciamento de Iasmin Pinheiro por lesão corporal, após uma briga ocorrida em um bar de Brasília. No entanto, a classificação jurídica poderá ser revista conforme o resultado do novo exame pericial.

Segundo a PCDF, o laudo irá avaliar se a vítima permaneceu incapacitada para suas atividades habituais por mais de 30 dias, se sofreu sequelas permanentes ou outras consequências decorrentes das agressões.

As investigações também concluíram que não foram encontrados elementos que indiquem motivação política ou partidária para o episódio. De acordo com a polícia, a ocorrência teve origem em um desentendimento entre frequentadores do estabelecimento.

A confusão aconteceu no Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, em Brasília, após a partida entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Mariana foi agredida.

Conforme a investigação, Iasmin já havia se envolvido em uma discussão com uma amiga da vítima antes da agressão. Em depoimento, Mariana afirmou que tentou intervir para ajudar a amiga quando teve os cabelos puxados, caiu ao chão e perdeu a consciência.

Para o delegado responsável pelo caso, os depoimentos, as imagens de segurança e os laudos periciais reunidos até o momento são suficientes para fundamentar o indiciamento por lesão corporal.

Oswaldo Eustáquio, pai da vítima, reside atualmente na Espanha e possui mandados de prisão em aberto no Brasil, expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é investigado pelos crimes de ameaça, corrupção de menores e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023. O jornalista nega as acusações.

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