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PF avança sobre “filhotes” do caso Banco Master e amplia investigações

PF avança sobre “filhotes” do caso Banco Master e amplia investigações

Apurações apontam novas frentes envolvendo fraudes financeiras, corrupção e uso de influência digital

Por: Redação

05/05/2026 às 07:22

Imagem de PF avança sobre “filhotes” do caso Banco Master e amplia investigações

Foto: Reprodução

Cinco meses após o início da Operação Compliance Zero, a Polícia Federal ampliou as investigações sobre o caso do Banco Master e passou a apurar novas ramificações do esquema, descritas como “filhotes” pelos investigadores.

Segundo as apurações, o banco seria o centro de uma rede de operações envolvendo centenas de fundos de investimento e possíveis irregularidades financeiras. O empresário Daniel Vorcaro, controlador da instituição, é apontado como articulador do esquema e segue preso.

As investigações também resultaram na prisão do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, além da liquidação de empresas ligadas ao grupo.

Entre as novas frentes de apuração, a PF investiga a possível contratação de influenciadores digitais para atuar em defesa do banco e atacar instituições como o Banco Central do Brasil nas redes sociais. A análise foi reforçada por dados da Febraban, que identificou volume atípico de publicações sobre o caso.

Outro eixo envolve suspeitas de corrupção de servidores do Banco Central, que teriam prestado consultorias informais com indícios de vantagens indevidas. O próprio BC abriu investigação interna e afastou envolvidos.

Também são apuradas possíveis fraudes em empréstimos consignados vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social, com indícios de operações sem autorização de beneficiários.

De acordo com especialistas ouvidos na investigação, o avanço por múltiplas frentes é comum em casos complexos. O objetivo é mapear toda a estrutura do esquema, identificar beneficiários e recuperar recursos obtidos de forma ilícita.

A operação já passou por quatro fases, incluindo bloqueio de bilhões em bens e valores, além da apuração de lavagem de dinheiro e da existência de uma suposta “milícia privada” usada para intimidar adversários e agentes públicos.

O caso segue sob relatoria do ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal.

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