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PF pede R$ 200 milhões para reforçar segurança de presidenciáveis em 2026

PF pede R$ 200 milhões para reforçar segurança de presidenciáveis em 2026

Plano prevê 458 agentes, 256 veículos blindados e sistema antidrone; custo é mais que o triplo do gasto de 2022

Por: Redação

02/03/2026 às 08:55

Imagem de PF pede R$ 200 milhões para reforçar segurança de presidenciáveis em 2026

Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) solicitou reforço de R$ 200 milhões no orçamento para ampliar a segurança dos candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. O plano inclui a mobilização de 458 agentes, aquisição de veículos blindados, sistema antidrone e tecnologia de reconhecimento facial.

A corporação estima que até dez presidenciáveis possam demandar escolta no próximo pleito. Candidatos considerados de maior exposição terão equipes de até 48 policiais, enquanto os avaliados como de menor risco contarão com 24 agentes.

 

Triplo do custo de 2022

O planejamento foi apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral, ao Palácio do Planalto e à equipe econômica. Em 2022, a operação de segurança envolveu entre 300 e 400 agentes e custou R$ 57 milhões. Agora, o valor pedido supera em mais de três vezes o montante anterior.

O plano tem 29 páginas e detalha nove frentes de atuação, incluindo “planejamento logístico” e “resposta a incidentes críticos”. A estrutura prevê 30 delegados como chefes ou substitutos das equipes, 60 agentes dedicados à inteligência e até 316 policiais atuando diretamente na proteção.

 

Lista de compras inclui blindados e antidrone

Dos R$ 200 milhões solicitados:

  • R$ 92 milhões seriam destinados à compra de 256 veículos blindados ou descaracterizados;
  • R$ 39,5 milhões à aquisição do sistema antidrone EnforceAir e bloqueadores portáteis;
  • Cerca de R$ 50 milhões para diárias, passagens e suprimentos.

A lista inclui ainda coletes balísticos velados, binóculos com câmera e dispositivos de reconhecimento facial

 

Ambiente polarizado e histórico de violência

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, justificou a ampliação com base no “conturbado momento” político e no histórico de violência.

O plano prevê protocolos que vão de tumultos e arremesso de objetos até ameaças de bomba, tentativas de assassinato e ataques cibernéticos. Também inclui isolamento de áreas e acionamento de esquadrões antibomba.

A PF passou a atuar diretamente na proteção do presidente da República, função antes concentrada no GSI. Caso Luiz Inácio Lula da Silva confirme candidatura à reeleição, será necessária estrutura exclusiva para sua segurança.

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