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Fábio Mota critica arbitragem após goleada do Palmeiras e Vitória anuncia representação à CBF
Fábio Mota critica arbitragem após goleada do Palmeiras e Vitória anuncia representação à CBF
Presidente do clube afirma que lance envolvendo Maurício influenciou o resultado da partida e diz que zagueiro Cacá precisou levar cinco pontos no queixo
Por: Redação
30/07/2026 às 08:13

Foto: Cesar Greco/Palmeiras
O presidente do Vitória, Fábio Mota, criticou a atuação da arbitragem após a derrota por 4 a 0 para o Palmeiras, nesta quarta-feira (30), no Barradão, pela Série A do Campeonato Brasileiro. O dirigente afirmou que a não expulsão do meia Maurício, após uma cotovelada no zagueiro Cacá, comprometeu o andamento da partida.
Segundo Mota, o defensor rubro-negro sofreu um corte no rosto e precisou levar cinco pontos no queixo em decorrência do lance. O presidente relatou que, de acordo com jogadores do Vitória, o árbitro Alex Gomes Stefano teria considerado que a jogada não foi intencional.
"O Cacá levou cinco pontos no queixo. Não foi por acaso. Disseram que o árbitro afirmou que o lance não foi intencional. Pode até não ter sido, mas o jogador precisou levar cinco pontos", declarou.
Na avaliação do dirigente, a permanência de Maurício em campo alterou o equilíbrio da partida. Fábio Mota afirmou que o Vitória fazia um bom início de jogo e tinha maior posse de bola antes do episódio.
O presidente também relembrou outras reclamações envolvendo arbitragem em partidas anteriores e anunciou que, em forma de protesto, jogadores e comissão técnica não concederiam entrevistas após o confronto.
Pouco depois da manifestação, o Vitória divulgou uma nota oficial informando que apresentará representação à Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No comunicado, o clube manifesta "absoluta indignação e revolta" com a atuação da equipe de arbitragem, especialmente do árbitro Alex Gomes Stefano e do árbitro de vídeo (VAR), Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira.
Na avaliação do clube, a cotovelada em Cacá, ocorrida aos 25 minutos do primeiro tempo, configurou uma agressão passível de expulsão. O Vitória sustenta que a decisão teve influência direta no desenvolvimento da partida e afirma que continuará adotando medidas para defender seus interesses e cobrar providências da CBF.
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