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Gaeco cumpre mandados em Salvador contra empresário que tentou manipular resultados do Londrina
Gaeco cumpre mandados em Salvador contra empresário que tentou manipular resultados do Londrina
Investigação apura tentativa de aliciamento de jogadores e crimes previstos na Lei Geral do Esporte
Por: Redação
12/09/2025 às 10:18

Foto: Reprodução/PF
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público da Bahia (MP-BA) cumpriu nesta sexta-feira (12) dois mandados de busca e apreensão em residências de Salvador ligadas a um empresário investigado por tentar aliciar atletas do Londrina Esporte Clube.
A ação faz parte de uma investigação iniciada pelo Gaeco de Londrina, no Paraná, que apura tentativa de manipulação de resultados esportivos. Além das diligências na capital baiana, outros quatro mandados foram cumpridos em Itapema, Santa Catarina, com apoio das equipes locais. Em Salvador, a operação contou com o reforço do Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar. O nome do empresário não foi divulgado pelo MP.
Segundo o Gaeco paranaense, o empresário e um comparsa ofereceram R$ 15 mil a pelo menos um jogador do Londrina para que ele cometesse uma falta e recebesse cartão amarelo nos primeiros 27 minutos da partida contra o Maringá, válida pela Série C do Campeonato Brasileiro, realizada em 26 de abril. A proposta teria sido feita poucas horas antes do jogo.
O caso veio à tona depois que o Londrina comunicou os fatos à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). As informações foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Federal de Londrina e, posteriormente, ao Gaeco, que investiga crimes previstos na Lei Geral do Esporte (14.587/2023), que protegem a integridade e a imprevisibilidade do resultado esportivo.
A investigação busca responsabilizar os envolvidos e reforçar a fiscalização sobre práticas ilegais no esporte, visando preservar a credibilidade das competições nacionais. Caso constatada a culpa, os empresários e demais participantes do esquema podem responder criminalmente e civilmente pelos atos de manipulação esportiva.
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