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Advogados acionam OEA contra Moraes e Estado brasileiro por suposta perseguição institucional
Advogados acionam OEA contra Moraes e Estado brasileiro por suposta perseguição institucional
Defesa de Tagliaferro leva denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos e pede medidas cautelares
Por: Redação
21/04/2026 às 18:25

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
A defesa de Eduardo Tagliaferro protocolou uma denúncia na Organização dos Estados Americanos contra o ministro Alexandre de Moraes e o Estado brasileiro, alegando perseguição institucional e violação de direitos humanos.
A ação foi apresentada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à OEA responsável por analisar denúncias desse tipo no âmbito internacional.
Alegações da defesa
Segundo os advogados Paulo Faria e Filipe Oliveira, a denúncia aponta que ambos teriam sido alvo de:
- “perseguição político-ideológica”
- “grave violência institucional”
- interferência no exercício da advocacia
A petição afirma que houve destituição dos advogados do caso “sem base legal”, o que, segundo a defesa, configura violação ao direito de ampla defesa e ao devido processo legal.
Pedidos à OEA
Os advogados solicitaram medidas cautelares urgentes à CIDH, incluindo:
- garantia de segurança física dos defensores
- proteção contra restrições à liberdade
- impedimento de novas interferências no exercício profissional
- respeito às prerrogativas da advocacia
- evitar novas destituições consideradas “arbitrárias”
A defesa também argumenta que há risco à liberdade e segurança dos advogados, que atualmente estariam fora do Brasil.
Críticas à atuação institucional
Outro ponto levantado na denúncia é a suposta omissão da Ordem dos Advogados do Brasil. Segundo os autores, a entidade foi acionada diversas vezes, mas não teria adotado medidas diante das alegações apresentadas.
A petição sustenta ainda que o caso não seria isolado, mas parte de um cenário mais amplo que poderia impactar a atuação de advogados em processos considerados sensíveis.
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