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Bolsonaro pede autorização ao STF para realizar cirurgia no ombro

Bolsonaro pede autorização ao STF para realizar cirurgia no ombro

Defesa solicita liberação a Moraes e aponta agravamento do quadro clínico durante prisão domiciliar

Por: Redação

22/04/2026 às 08:53

Imagem de Bolsonaro pede autorização ao STF para realizar cirurgia no ombro

Foto: Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito. O pedido foi protocolado na noite de terça-feira (21) e prevê que o procedimento ocorra ainda nesta semana.

Segundo os advogados, Bolsonaro apresenta dores persistentes, limitação de movimentos e não respondeu de forma satisfatória ao tratamento conservador com medicamentos. A solicitação indica preferência para que a cirurgia seja realizada na sexta-feira (24) ou no sábado (25).

De acordo com a defesa, exames identificaram lesões de alto grau no manguito rotador, além de outros comprometimentos associados, o que levou à recomendação cirúrgica por especialista. “Foi formalmente indicado procedimento cirúrgico para reparação do manguito rotador do ombro direito e das lesões associadas, por via artroscópica”, afirmaram os advogados.

Os representantes legais também destacaram que a medida não se trata de escolha pessoal. Segundo a petição, a cirurgia decorre de “necessidade terapêutica concreta, fundada em avaliação técnica especializada”.

Ainda conforme o pedido, a manutenção do quadro atual “implica restrição ao direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento prescrito”. A defesa acrescenta que “busca-se viabilizar tratamento médico necessário”, com o objetivo de preservar a integridade física, a funcionalidade do membro afetado e a qualidade de vida do ex-presidente.

Relatórios médicos já haviam sido encaminhados anteriormente ao STF, indicando a necessidade do procedimento. De acordo com profissionais de saúde que acompanham Bolsonaro, houve agravamento do quadro, com dor intensa, perda de força e limitação significativa de movimentos.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, após deixar o hospital. A medida foi determinada por Moraes por um período inicial de 90 dias e inclui restrições como proibição do uso de celular e de visitas.

 

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