CASO MASTER: Operação apreende armas, celulares e veículos de luxo
Polícia Federal recolhe armamento, dinheiro em espécie e carros avaliados em R$ 16 milhões durante fase da operação que apura fraudes financeiras
Por: Redação
04/03/2026 às 08:43

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Polícia Federal apreendeu armas, equipamentos eletrônicos e veículos de luxo durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro relacionadas ao Banco Master. O balanço da ação inclui dezenas de itens recolhidos durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em diferentes endereços.
Segundo a corporação, foram apreendidos 39 celulares, 31 computadores e 30 armas, além de R$ 645 mil em dinheiro em espécie. Também foram recolhidos 23 veículos, avaliados em aproximadamente R$ 16 milhões.
Ao todo, os agentes cumpriram 42 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. A operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e empresas relacionadas ao grupo financeiro.
Entre os alvos da operação está o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele já havia sido preso em uma fase anterior da investigação, em novembro de 2025, quando estava prestes a embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
O que a PF apreendeu na operação
Segundo o relatório da operação, os agentes recolheram:
- 39 celulares
- 31 computadores
- 30 armas
- R$ 645 mil em dinheiro em espécie
- 23 veículos de luxo, avaliados em cerca de R$ 16 milhões
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Reprodução/PF
Durante a nova etapa da operação, outro investigado, o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, chegou a ser detido enquanto estava em um aeroporto com destino também a Dubai. Ele foi liberado posteriormente.
As investigações da Polícia Federal apuram um possível esquema em que o Banco Master concedia empréstimos a empresas que posteriormente reaplicavam os recursos em fundos administrados pela gestora Reag DTVM. De acordo com os investigadores, o dinheiro circulava por diferentes fundos em operações sucessivas, apresentando rentabilidade muito acima dos padrões de mercado.
A gestora também aparece em outra investigação, a Operação Carbono Oculto, que apura possíveis conexões financeiras do crime organizado no setor de combustíveis.
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