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CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário e fiscal do filho de Lula e governo parte para agressão
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário e fiscal do filho de Lula e governo parte para agressão
Por: Redação
26/02/2026 às 14:36

Foto: Divulgação
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”. A medida faz parte das investigações sobre supostas fraudes em descontos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas em todo o país.
A decisão foi tomada durante sessão da CPMI em que foram votados cerca de 87 requerimentos, entre eles a inclusão do pedido de quebra de sigilo de Lulinha apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A quebra de sigilo abrange o período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026, autorizando acesso a dados bancários, movimentações financeiras, declarações de Imposto de Renda e contratos do investigado.
Sessão marcada por confrontos
A aprovação do requerimento ocorreu em um ambiente de forte tensão política. Parlamentares da base governista reagiram contra a decisão, gerando empurra-empurra e troca de acusações no plenário da comissão, o que acabou interrompendo temporariamente a sessão e exigindo contenção de deputados.
Além da medida contra Lulinha, outros pedidos do bloco aprovado incluíram quebras de sigilo relacionadas a figuras ligadas ao esquema investigado, como Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, e convocações de testemunhas para depor ao colegiado.
Contexto das investigações
A CPMI do INSS foi criada para apurar irregularidades envolvendo descontos associativos ilegais e outras práticas que teriam causado prejuízos consideráveis aos cofres públicos e beneficiários da Previdência Social. As suspeitas deram origem a fases da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal.
O requerimento contra Lulinha ganhou destaque após indícios apresentados ao colegiado que sugerem possíveis movimentações financeiras atípicas e vínculos com pessoas investigadas no inquérito, o que levou os parlamentares a incluir a análise de suas contas na lista de diligências autorizadas.
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