
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS poderá ganhar mais tempo para concluir seus trabalhos. Segundo declarou o relator do colegiado, deputado Fernando Viana, há um movimento crescente no Congresso para estender o prazo de funcionamento por mais 60 dias.
A comissão foi instalada para investigar denúncias de fraudes, irregularidades e falhas estruturais no Instituto Nacional do Seguro Social, especialmente relacionadas à fila de benefícios e aos contratos envolvendo empresas terceirizadas. Nas últimas semanas, parlamentares afirmaram que novos documentos e depoimentos revelaram situações que exigem aprofundamento.
Viana destacou que a extensão é necessária para evitar que o relatório final seja “superficial ou incompleto”. Segundo ele, a CPMI identificou indícios relevantes que ainda dependem de análise técnica e diligências adicionais.
Integrantes da comissão também argumentam que a demora no fluxo de informações enviadas por órgãos públicos e privados comprometeu o ritmo inicial das investigações, o que reforçaria a justificativa para a prorrogação.
A decisão final caberá ao presidente do Congresso Nacional, após avaliação formal do pedido. Caso aprovada, a CPMI terá mais dois meses para concluir o relatório que deverá apontar responsabilidades e sugerir soluções para os problemas estruturais do INSS.
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