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Cúpula da Secretaria LGBT+ do ministério dos Direitos Humanos acumula mais de R$ 1,2 milhão em gastos com viagens
Cúpula da Secretaria LGBT+ do ministério dos Direitos Humanos acumula mais de R$ 1,2 milhão em gastos com viagens
Levantamento aponta mais de 190 deslocamentos nacionais e internacionais desde 2023
Por: Redação
25/04/2026 às 08:46

Foto: Ricardo Stuckert - PR
Integrantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania acumularam gastos superiores a R$ 1,2 milhão em viagens oficiais entre 2023 e 2025, segundo dados obtidos por meio do Portal da Transparência e registros do Diário Oficial da União.
No período, foram realizados mais de 190 deslocamentos, incluindo compromissos no Brasil e no exterior. Os gastos com viagens internacionais somam pouco mais de R$ 600 mil, valor semelhante ao registrado em agendas nacionais.
Entre os integrantes da pasta, a secretária nacional Symmy Larrat Brito de Carvalho concentra o maior volume de despesas, com cerca de R$ 558 mil e 94 viagens realizadas. Em seguida, aparecem o coordenador-geral de Assuntos Internacionais, Lucas Santiago Vilela, com aproximadamente R$ 275 mil, e o chefe de gabinete Alessandro Santos Mariano, com cerca de R$ 205 mil.
Outro nome citado é o diretor Hiago Mendes Guimarães, que acumula cerca de R$ 157 mil em gastos com deslocamentos no período.
As viagens tiveram como principais destinos cidades como Nova York, Genebra, Amsterdã e Bogotá, além de compromissos em países africanos. Segundo os registros, as agendas incluíram participação em fóruns internacionais ligados à Organização das Nações Unidas (ONU), encontros multilaterais e eventos voltados à pauta de direitos humanos.
De acordo com o ministério, os deslocamentos seguem normas da administração pública e atendem a critérios técnicos e de interesse público. A pasta afirma que as viagens estão vinculadas à formulação de políticas públicas, articulação com estados e municípios e representação institucional em agendas nacionais e internacionais.
O órgão também sustenta que os compromissos no exterior resultaram em acordos, cooperações e iniciativas que contribuíram para a elaboração de políticas voltadas aos direitos humanos no país.
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