Início

/

Notícias

/

Brasil

/

"Defesa das mulheres não é um debate sobre direita e esquerda", diz Daniella Marques

"Defesa das mulheres não é um debate sobre direita e esquerda", diz Daniella Marques

Ex-presidente da Caixa e cotada para vice de Flávio Bolsonaro afirma que propostas para o público feminino devem priorizar autonomia econômica, segurança e fortalecimento da família

Por: Redação

21/07/2026 às 15:48

Imagem de "Defesa das mulheres não é um debate sobre direita e esquerda", diz Daniella Marques

Foto: Reprodução

A ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques afirmou que a defesa das mulheres não deve ser tratada como uma disputa entre direita e esquerda. Integrante da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, ela apresentou as principais diretrizes do projeto voltado ao eleitorado feminino durante entrevista ao programa Jornal da Oeste.

Segundo Daniella, as políticas públicas para as mulheres precisam estar voltadas para resultados concretos. "É muito mais a economia do que a ideologia", afirmou. Na mesma entrevista, ela criticou a atuação do PT na área e declarou que "o discurso hipócrita do PT não funcionou na proteção das mulheres".

A ex-presidente da Caixa também defendeu que a proteção às mulheres passa pelo fortalecimento da família. Para ela, a fé e a família representam a principal base de apoio das mulheres, razão pela qual o tema não deveria ser tratado como uma pauta ideológica. "O Estado não vai substituir a família", declarou.

Filiada ao Republicanos, Daniella é apontada como um dos principais nomes para ocupar a vaga de vice em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026. Questionada sobre essa possibilidade, afirmou sentir-se honrada com as especulações, mas disse que seu foco permanece na construção do projeto político e no diálogo com o eleitorado feminino.

Durante a entrevista, Daniella apresentou propostas voltadas à chamada "economia do cuidado", defendendo medidas para ampliar a oferta de creches, fortalecer a assistência aos idosos e expandir o acesso das mulheres à internet como forma de facilitar a qualificação profissional, a geração de renda e o empreendedorismo. Segundo ela, o trabalho não remunerado exercido por mulheres teria impacto equivalente a cerca de 8,5% do Produto Interno Bruto (PIB), caso fosse contabilizado economicamente.

Na área econômica, Daniella afirmou que um eventual governo de Flávio Bolsonaro terá como prioridade reorganizar as contas públicas. Ela classificou o Orçamento de 2027 como "uma peça de ficção" e defendeu uma reforma da governança fiscal, além de mudanças no Bolsa Família para incentivar a entrada dos beneficiários no mercado de trabalho sem perda imediata do benefício.

 
 

Veja mais em >>> Rede Comunica Brasil

Entre em contato conosco pelo whatsappp

logo

Site dedicado a informar com agilidade e responsabilidade, trazendo os principais acontecimentos locais, regionais e nacionais.

Siga

Rede Comunica Brasil © Copyright 2025

Design by NVGO

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nossa Política de Cookies.