Início
/
Notícias
/
Brasil
/
Flávio Bolsonaro diz que buscará diálogo com a China para tentar reverter tarifa sobre carne brasileira
Flávio Bolsonaro diz que buscará diálogo com a China para tentar reverter tarifa sobre carne brasileira
Senador atribuiu a medida ao governo Lula e afirmou que pretende procurar autoridades chinesas para discutir a sobretaxa aplicada às exportações de carne bovina
Por: Redação
13/07/2026 às 07:11

Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que pretende procurar representantes do governo chinês para tentar reverter a tarifa adicional aplicada às exportações de carne bovina brasileira. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais neste sábado.
Segundo o parlamentar, sua intenção é dialogar com autoridades da China e com a embaixada chinesa no Brasil para buscar uma revisão da medida que incide sobre parte das exportações do setor. Durante a transmissão, Flávio também responsabilizou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela adoção da tarifa.
A medida mencionada pelo senador entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026, após decisão anunciada pelo governo chinês no fim de dezembro de 2025. Ela prevê uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina brasileira que ultrapassarem as cotas estabelecidas pelo acordo comercial entre os dois países.
Ao comentar o tema, Flávio voltou a criticar a condução da política externa do governo federal e afirmou que a responsabilidade pela sobretaxa é da atual administração. Segundo o senador, o governo deve assumir a condução das negociações para solucionar o impasse comercial.
Durante a transmissão, o parlamentar também voltou a abordar sua recente viagem aos Estados Unidos, onde participou de audiência pública sobre a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Flávio afirmou que permaneceu mais um dia no país para realizar reuniões com o objetivo de defender os interesses do Brasil e tentar evitar a entrada em vigor da medida.
Veja mais em >>> Rede Comunica Brasil




