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Gaspar promete divulgar inquérito e diz que acusação feita por Lindbergh foi fraudada
Gaspar promete divulgar inquérito e diz que acusação feita por Lindbergh foi fraudada
Relator da extinta CPMI do INSS afirma que Polícia Legislativa teria concluído apuração sobre denúncia apresentada na reta final dos trabalhos da comissão
Por: Redação
20/05/2026 às 08:38

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O deputado federal Alfredo Gaspar, relator da extinta CPMI do INSS, afirmou a aliados que a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados teria reunido elementos que, segundo ele, demonstrariam que a acusação apresentada pelo deputado Lindbergh Farias e pela senadora Soraya Thronicke foi uma fraude montada para prejudicá-lo politicamente.
Em conversas reservadas, Gaspar afirmou que a Polícia Legislativa já teria concluído um inquérito sobre o caso e prometeu divulgar publicamente o conteúdo da investigação nos próximos dias. Segundo interlocutores, o parlamentar também pretende abordar o tema no plenário da Câmara, onde afirma que irá responder às acusações e apresentar supostas irregularidades atribuídas a seus detratores.
A denúncia surgiu no último dia dos trabalhos da CPMI do INSS, horas antes da tentativa de votação do relatório final da comissão elaborado por Gaspar. Na ocasião, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke afirmaram possuir elementos indicando que o deputado do PL estaria envolvido em um suposto caso de estupro ocorrido anos antes.
Segundo a acusação apresentada pelos parlamentares, Gaspar teria mantido relação sexual com uma adolescente de 14 anos, da qual teria nascido uma criança posteriormente não reconhecida pelo deputado.
Alfredo Gaspar nega a acusação e afirma que a criança citada seria fruto de um relacionamento envolvendo um primo seu, então menor de idade, com outra adolescente. O parlamentar também sustenta que a denúncia teria sido utilizada para atingir sua atuação como relator da comissão.
Interlocutores de Lindbergh, por outro lado, afirmam que o deputado não teria conhecimento da existência de qualquer relatório produzido pela Polícia Legislativa sobre o caso. Segundo aliados, o parlamentar chegou a consultar a corporação, que teria informado desconhecer investigação relacionada ao tema.
À época da denúncia, Lindbergh sustentou possuir supostos registros de conversas entre Gaspar e familiares da adolescente, nos quais um parente da jovem teria tentado pressionar o relator da CPMI.
Além da apuração mencionada por Gaspar, o deputado informou ter cedido material genético à Polícia Federal com o objetivo de demonstrar que não possui vínculo biológico com a criança citada na acusação.
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