Mauro Vieira viaja à China para reuniões bilaterais
Chanceler brasileiro terá encontros em Pequim para discutir cooperação diplomática, política e econômica entre os dois países
Por: Redação
28/05/2026 às 17:00

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, embarca neste domingo para a China, onde participará de reuniões diplomáticas em Pequim voltadas ao fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e governo chinês. A agenda oficial se estenderá até a próxima terça-feira e inclui encontros estratégicos sobre cooperação política, econômica e internacional.
Durante a visita, o chanceler participará do Diálogo Estratégico Brasil–China (DEG), mecanismo diplomático de alto nível criado para ampliar a coordenação entre os dois países em temas de interesse comum. Mauro Vieira também terá audiência com o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, um dos principais nomes da diplomacia chinesa e integrante do núcleo político do presidente Xi Jinping.
O encontro marca a retomada do fórum bilateral dois anos após sua última edição, realizada em Brasília, em 2024. Na ocasião, Mauro Vieira participou pela primeira vez do mecanismo, voltado à discussão de temas estratégicos envolvendo comércio, investimentos, geopolítica, cooperação institucional e articulação em fóruns multilaterais.
A viagem representa a segunda missão oficial do chanceler brasileiro à capital chinesa. Em maio de 2025, Vieira integrou a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita oficial ao país asiático, agenda que reforçou acordos comerciais e aproximação diplomática entre Brasília e Pequim.
Antes do embarque, Mauro Vieira cumpre compromissos em Brasília acompanhando a visita da presidente do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, que participa de reuniões bilaterais com o governo brasileiro no Palácio do Planalto para discutir cooperação regional e temas diplomáticos.
A China permanece como principal parceiro comercial do Brasil e ocupa papel estratégico na pauta externa brasileira, especialmente em áreas como agronegócio, infraestrutura, transição energética, investimentos e comércio internacional
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