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Moraes é barrado até por bandeira Elo e fica sem cartão

Moraes é barrado até por bandeira Elo e fica sem cartão

Regulamento da operadora brasileira proíbe clientes punidos pelos EUA; ministro do STF já havia perdido cartão Mastercard após sanção da Lei Magnitsky

Por: Redação

22/08/2025 às 23:08

Imagem de Moraes é barrado até por bandeira Elo e fica sem cartão

Foto: Antônio Augusto/TSE

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes enfrenta novas restrições depois de ter sido incluído na lista de sanções do governo dos Estados Unidos. Agora, até mesmo a Elo — bandeira de cartões criada por bancos brasileiros — está impedida de aceitá-lo como cliente.

Segundo o regulamento da própria empresa, os participantes do arranjo de pagamentos Elo não podem manter vínculos com pessoas punidas pelo Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA), órgão responsável pela execução da Lei Magnitsky. O texto normativo cita nominalmente o Ofac como referência obrigatória para os bancos.

A informação foi revelada pelo jornalista Fernando Nakagawa. No inciso 3 do artigo 230, a regra é clara:

“É vedado aos Participantes estabelecer ou manter relação com qualquer cliente que seja ou venha a ser objeto de sanções econômicas ou financeiras ou embargos comerciais impostos […] pelo governo dos Estados Unidos da América”.

 

Perda de cartões

Antes mesmo do veto da Elo, o Banco do Brasil já havia cancelado o cartão de Moraes com bandeira Mastercard — empresa norte-americana. A instituição teria sugerido, como alternativa, justamente um cartão Elo. Mas, diante do regulamento, nem essa opção é possível.

Em nota oficial, o Banco do Brasil afirmou que atua “em plena conformidade à legislação” e que está preparado para lidar “com temas complexos e sensíveis que envolvem regulamentações globais”.

 

Lei Magnitsky

A sanção contra Moraes foi anunciada pelo Ofac em 30 de julho de 2025. Criada em 2012, a Lei Magnitsky permite ao governo dos EUA bloquear recursos financeiros e restringir o acesso de estrangeiros acusados de corrupção ou violações de direitos humanos.

Inicialmente voltada a autoridades russas, a legislação foi expandida em 2016 para cidadãos de qualquer país. Entre as punições estão o bloqueio de contas, cancelamento de cartões de crédito, restrição a negócios internacionais e até o confisco de ativos em dólar.

No caso do ministro brasileiro, a sanção já resultou em consequências práticas: além de perder acesso a cartões internacionais, agora Moraes encontra barreiras até em uma bandeira de pagamentos nacional.

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