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Moraes exige comprovação técnica de cuidador indicado para Bolsonaro em prisão domiciliar

Moraes exige comprovação técnica de cuidador indicado para Bolsonaro em prisão domiciliar

Ministro do STF cobra qualificação profissional de indicado pela defesa e reforça exigências para acompanhamento de saúde do ex-presidente

Por: Redação

06/04/2026 às 16:09

Imagem de Moraes exige comprovação técnica de cuidador indicado para Bolsonaro em prisão domiciliar

Foto: Isac Nóbrega/PR

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro comprove as qualificações profissionais de Carlos Eduardo Antunes Torres, indicado para atuar como cuidador durante o período de prisão domiciliar.

A decisão foi tomada após o magistrado identificar a ausência de comprovação técnica no pedido apresentado pela defesa. Segundo Moraes, não houve qualquer demonstração de que o indicado possua formação como enfermeiro ou técnico de enfermagem, sendo descrito apenas como irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Determino que a Defesa do custodiado apresente as qualificações profissionais de Carlos Eduardo Antunes Torres, em cumprimento à decisão de 24/3/2026”, escreveu o ministro.

O despacho reforça uma exigência já estabelecida anteriormente pelo próprio STF. Ao autorizar a prisão domiciliar, Moraes havia condicionado a medida à apresentação dos nomes e das qualificações dos profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento do ex-presidente. No entanto, de acordo com o ministro, o nome de Torres foi incluído sem detalhamento técnico ou definição clara das funções que desempenharia.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em sua residência, no bairro Jardim Botânico, em Brasília, desde o dia 27 de março, após receber alta hospitalar. Ele estava internado desde 13 de março no hospital DF Star, em decorrência de um quadro de broncopneumonia bacteriana.

A medida tem prazo inicial de 90 dias. Ao fim desse período, o STF deverá reavaliar a situação, podendo decidir pela prorrogação da prisão domiciliar ou pelo retorno do ex-presidente ao sistema prisional, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses.

A decisão de Moraes ocorre em meio ao acompanhamento rigoroso das condições impostas ao ex-presidente, evidenciando o controle judicial sobre o cumprimento da pena e os critérios estabelecidos para assistência médica durante o período fora do presídio.

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