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PF pede suspeição de Toffoli em caso envolvendo Banco Master

PF pede suspeição de Toffoli em caso envolvendo Banco Master

Corporação alega menções ao ministro em celular de Daniel Vorcaro; relator do processo diz que polícia não tem “legitimidade” para o pedido

Por: Redação

11/02/2026 às 21:56

Imagem de PF pede suspeição de Toffoli em caso envolvendo Banco Master

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) protocolou nesta quarta-feira (11) pedido de suspeição do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), no processo que envolve o Banco Master. O requerimento foi encaminhado ao presidente da Corte, Edson Fachin

A iniciativa ocorreu após perícia realizada no celular de Daniel Vorcaro, ex-controlador da instituição financeira, identificar citações ao ministro. Segundo a PF, as menções foram encontradas durante a análise técnica do aparelho. O conteúdo específico das mensagens não foi detalhado. 

Em termos jurídicos, suspeição implica o afastamento do magistrado de determinado caso quando há indícios de possível conflito de interesse ou comprometimento da imparcialidade. Caso o pedido seja acolhido, Toffoli deixaria a relatoria do processo relacionado ao Banco Master e ficaria impedido de julgar ações ligadas à instituição, que passou por liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado. 

O caso ganha novos contornos em meio a episódios recentes envolvendo o ministro. No início de dezembro, veio a público que Toffoli viajou em jatinho particular ao lado de Augusto Arruda Botelho, então advogado de um diretor do Banco Master, para assistir à final da Taça Libertadores, em Lima. Dias depois da viagem, o ministro determinou “sigilo máximo” ao processo do banco no STF. 

Também surgiram informações sobre investimentos de fundos ligados a familiares de Vorcaro em empreendimento turístico que já teve familiares de Toffoli como sócios, fato que passou a integrar o debate público sobre eventuais conexões indiretas. 

Em nota, o ministro afirmou que a Polícia Federal não teria “legitimidade” para requerer sua suspeição no caso. 

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