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Preso na Operação Compliance Zero é reanimado após atentado contra a própria vida sob custódia da PF
Preso na Operação Compliance Zero é reanimado após atentado contra a própria vida sob custódia da PF
Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário” e ligado ao caso Banco Master, foi socorrido por agentes e levado a hospital após incidente na sede da Polícia Federal em Minas Gerais
Por: Redação
04/03/2026 às 19:44

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, um dos presos na Operação Compliance Zero, precisou ser reanimado após tentar tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Minas Gerais. O caso ocorreu nesta quarta-feira (4), na Superintendência Regional da PF no estado.
Segundo nota oficial da corporação, Mourão — conhecido como “Sicário” — recebeu atendimento imediato dos agentes que estavam no local. Após perceberem a situação, policiais federais iniciaram procedimentos de reanimação e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para prestar socorro.
Após o atendimento inicial, a equipe médica deu continuidade ao suporte no local e o detido foi encaminhado para uma unidade hospitalar para avaliação e tratamento.
A Polícia Federal informou que o gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por autorizar a operação que resultou nas prisões, já foi comunicado sobre o ocorrido.
Em nota, a corporação afirmou que também irá disponibilizar os registros em vídeo do episódio às autoridades responsáveis pela investigação.
“A Polícia Federal lamenta informar que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, um dos presos na Operação Compliance Zero, atentou contra a própria vida, enquanto se encontrava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais”, informou a instituição.
A PF também anunciou que abrirá um procedimento interno para apurar as circunstâncias do ocorrido.
Mourão é apontado pelas investigações como um dos integrantes da estrutura conhecida como “A Turma”, grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, investigado por suspeitas de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro, intimidação de adversários e tentativa de obstrução de Justiça.
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