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Tarcísio pede desculpas por piada sobre Coca-Cola e metanol

Tarcísio pede desculpas por piada sobre Coca-Cola e metanol

Governador de São Paulo reconhece erro em comentário feito durante coletiva e pede perdão às famílias afetadas pela crise de bebidas adulteradas

Por: Redação

08/10/2025 às 08:38

Imagem de Tarcísio pede desculpas por piada sobre Coca-Cola e metanol

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), publicou um vídeo nas redes sociais na noite de terça-feira (7) para pedir desculpas por uma brincadeira feita no dia anterior, quando afirmou que “só se preocuparia quando começassem a falsificar Coca-Cola” ao comentar o aumento dos casos de intoxicação por metanol no Estado.

“Ontem, ao prestar contas das ações do governo do Estado no âmbito da crise do metanol, acabei fazendo uma brincadeira para descontrair a coletiva, que foi muito mal interpretada e que, de fato, não cabia naquele momento, diante da gravidade do que vem acontecendo”, afirmou Tarcísio no vídeo publicado em suas redes.

O governador enfatizou que não tem compromisso com o erro e pediu perdão às famílias das vítimas, além de manifestar solidariedade aos comerciantes afetados pela crise.

“Peço perdão às famílias que sofrem por terem perdido entes queridos, aos comerciantes que estão vendo seus negócios sofrerem, e a todos que esperam uma ação firme do Estado”, declarou.

 

Crise do metanol: São Paulo lidera número de casos

De acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde, São Paulo concentra 18 casos confirmados de intoxicação por metanol, além de 158 em investigação e 10 mortes registradas — três confirmadas e sete em análise.

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, explicou que as investigações consideram duas hipóteses principais:

  • o uso de etanol de baixa qualidade contaminado com metanol na falsificação de bebidas;
  • o uso do metanol para lavar garrafas reutilizadas, que teriam sido usadas em destilarias clandestinas fechadas em cidades como Americana, Sumaré, São Bernardo do Campo e Osasco.

Derrite também negou qualquer relação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), rebatendo especulações de que o crime organizado teria envolvimento na importação da substância.

 

Medidas adotadas pelo governo

Após o avanço dos casos, o governo paulista intensificou operações de fiscalização e interdição de fábricas ilegais, além de reforçar o monitoramento da cadeia de produção e distribuição de bebidas alcoólicas no Estado.

Tarcísio ressaltou que a prioridade é garantir segurança à população e aplicar punições severas a quem estiver envolvido na adulteração de produtos, afirmando que o Estado “não vai tolerar irresponsabilidade nem crime contra a vida”.

“Estamos agindo de forma dura e rápida para garantir que o consumidor paulista possa ter confiança no que compra e consome”, disse o governador.

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